Avatar Image

Dog Dicas

A DogDicas é um site feito por apaixonados por cachorros. Desde 2007 trazemos informações úteis para todos os interessados em cães.

Metas para um novo ano por Cesar Millan

By Dog Dicas on 11 de janeiro de 2011

Cesar Millan em seu habitat (foto: cesarsway.com)

Um novo ano é um grande momento para definir novas metas para si mesmo, sua vida e seu relacionamento com os cães. Por isso, aqui vão algumas dicas de Cesar Millan para você pôr em prática com o seu companheiro e começar bem o seu próximo ano:

Deixe as desculpas de lado e encontre tempo para se dedicar ao seu cão: Ficar menos tempo longe de casa e reservar um tempo maior para seu animal de estimação fará com que você possa melhorar o vínculo com seu cão e fortalecerá ainda mais a sua imagem como o líder do grupo.

Desacelere e viva o momento: Os problemas e a correria do dia-a-dia podem, muitas vezes, nos cegar para as coisas boas em nossas vidas. Mas você não deve se esquecer de participar ativamente da vida de seu cão. Tente não se preocupar com o passado nem com os obstáculos que podem surgir no meio do caminho. Planeje um dia só para você e seu cão. Acorde, sinta-se feliz e dê um passeio para limpar sua mente. Desfrute das paisagens, sons e cheiros do mundo ao seu redor e, é claro, da companhia de seu cão. Afinal, todo mundo merece um pouco de férias. Com organização e dedicação, você poderá incluir no seu dia-a-dia essa atividade com seu cão.

Deixe seu cão ser um cão! Muitos proprietários agem como se seus cães fossem pessoas e pensam que suas mentes e emoções funcionam exatamente como as nossas. Contudo, humanizar um cão causa desequilíbrio e, consequentemente, torna o animal insatisfeito e perturbado. Então, ao invés de tentar fazer de seu cão um humano, dedique-se em conhecê-lo a fundo para saber quem e como ele realmente é. Lembre-se de que, em primeiro lugar, os cães são animais; em segundo, a espécie; em seguida, a raça; e, por último, o nome.

Restabeleça sua conexão com a natureza: Por inúmeros motivos, nós, seres humanos, somos diferentes de qualquer outro ser que vive nesse planeta. Nós temos o poder de racionalização, o que inclui o poder de enganar. Ao contrário dos demais animais, nós devastamos a Terra. Os cães, contudo, são exemplos que deveriam ser seguidos por nós para a salvação do ecossistema. Eles têm o instinto que muitos seres humanos perderam: o contato com a ‘Mãe Natureza’. Por meio de seu focinho, olhos e ouvidos, os cães passam horas desfrutando da natureza que os rodeia. Assim, aprenda com seu cão e vá fazer uma caminhada; respire o ar e as flores; vá acampar; faça uma viagem ou, simplesmente, sente-se e tome um sol ou medite sob as estrelas.

Snoopy completa 60 anos e ainda conquista fãs pelo mundo todo

By Dog Dicas on 30 de dezembro de 2010

Snoopy e Charlie Brown (foto: www.snoopy.com)

Você conhece o beagle carismático, dono de uma imaginação fantasiosa, que acaba de completar 60 anos? A resposta é: sim! Estamos falando de Snoopy, o famoso personagem de história em quadrinhos criado por Charles Schulz no final de 1950.

Snoopy chegou inesperadamente aos lares americanos numa tira de quadrinhos chamada Peanuts. Contudo, somente dois anos depois é que o beagle verbalizou pela primeira vez seus pensamentos aos leitores por meio de balões.

A partir daí, o cão, cujo nome inicial seria Sniffy (o nome mudou por coincidir com outro personagem de história em quadrinhos da época) conquistou uma legião de fãs cada vez maior com seu jeito divertido e seus sonhos engraçados enquanto dormia no teto de sua casinha.

Numa tentativa do autor de ‘humanizar’ o personagem e fazer com que os leitoresse enxergassem no pequeno beagle, no seu mundo de fantasia, Snoopy assumia a faceta de várias personalidades de renome, como, por exemplo, a de um piloto da Primeira Guerra Mundial (quando o personagem colocava óculos de aviador e capacete e voava em sua casinha) ou Joe Cool (quando colocava seus óculos de sol e se encostava na parede sem fazer nada). Mas na vida real Snoopy era um excelente shortstop da equipe de baseball de Charlie Brown, seu dono.

Seu melhor amigo era Woodstock, um pássaro amarelo que dialogava por meio de balões com apóstrofes e símbolos, o que, segundo o autor, era a “linguagem dos pássaros”.

Snoopy piloto (foto: Schulz)

Charles Schulz faleceu em 2000, mas sua esposa, Jeannie Schulz, conta que Snoopy foi influenciado por diversos cães que a família teve durante todos esses anos. Além disso, Jeannie lembra que, apesar de Snoopy ser um personagem da ficção, o autor se debruçava em pesquisas de profundidade antes de compor as histórias em quadrinhos visando tornar as temáticas o mais próximo possível da realidade, como ocorreu na série de Snoopy feita nos anos 60 sobre ambliopia (deficiência visual).

“Ele foi atrás de um amigo oftalmologista para obter informações sobre a doença e levou um bom tempo para processá-las antes de fazer uma história engraçada sobre o assunto. Charles constantemente aprendia coisas novas nessas pesquisas aprofundadas e suas tiras refletem todo esse conhecimento acumulado”, lembra Jeannie.

Outro fato curioso das tiras de Snoopy foi quando, ao invés de colocar notas musicais aleatórias nos balões, o autor colocou as notas de uma composição de Beethoven, seu ídolo, e se emocionou quando um pianista lhe escreveu uma carta comentando sobre o episódio.

Embora novas tiras não estejam mais sendo criadas, Snoopy ainda é distribuído em mais de 2.600 jornais do mundo todo e Jeannie fez do legado de seu falecido marido o trabalho de sua vida. Atualmente, ela está à frente da marca Snoopy e do Charles M. Schulz Museum, localizado Califórnia, que recebe visitantes de vários países.

Snoopy e Woodstock (foto: Schulz)

“Sempre dizemos ‘Charlie não teria gostado disso ou feito dessa maneira’. Por isso, espero que as pessoas que comandarem o museu e a marca Snoopy quando eu também me for digam: vamos fazer dessa maneira, pois foi assim que Jeannie nos ensinou”, confessa a esposa.

Mesmo com 60 anos, o cão, que odiava doces de coco e bolachas e tinha medo dos pedaços de gelo que balançavam em cima de sua casa, ainda tem sua imagem estampada em produtos pelo mundo todo e sua marca é sucesso absoluto de vendas.

Desenho animado

O sucesso das tiras de quadrinhos Peanuts foi tamanho, que em 1973 transformaram-nas em desenho animado de mesmo nome. O primeiro episódio da série, “A Charlie Brown Thanksgiving” (O Dia de Ação de Graças de Charlie Brown), foi o primeiro passo para popularizar ainda mais Snoopy e seus amigos e rendeu, inclusive, a filmagem de quatro longa-metragens de Snoopy.

Além de Snoopy e Woodstock, o desenho Peanuts também tinha como personagens de destaque:

  • Charlie Brown: é o dono de Snoopy e, apesar de ter oito anos e meio, vive cheio de preocupações. Possui humor melancólico, é calvo e está sempre de calças curtas.
  • Patty Pimentinha (ou Patrícia Pimentinha): a personagem caracteriza-se por ser bem humorada, não ir bem na escola e possuir uma paixão secreta por Charlie Brown, a quem chama pelo telefone, carinhosamente, de “Minduim”.
  • Marcie: é uma garota tímida, míope e boa aluna. Assim como sua melhor amiga (Patty Pimentinha), ela possui uma queda secreta por Charlie Brown.
  • Linus van Pelt: muito observador e erudito, o personagem é o melhor amigo de Charlie Brown e se caracteriza por aparecer sempre agarrado ao seu cobertor azul.
  • Lucy van Pelt: irmã mais velha de Linus, a personagem tem uma personalidade marcante: vive dando ordens, é egoísta e sarcástica.
  • Sally Brown: é a irmã mais nova de Charlie Brown. Além de ser muito crítica e teimosa, Sally não se interessa muito pelo baseball. É apaixonada por Linus, usa sempre um vestido azul ou rose e,  freqüentemente, aparece com uma flor na cabeça.
  • Schroeder: se distingue dos demais personagens pelo seu talento em tocar piano e sua paixão pela música clássica. É fã do compositor Ludwig van Beethoven.

Pet South America 2011 terá novidades para visitantes

By Dog Dicas on 21 de dezembro de 2010

A Pet South America é um dos eventos do mercado Pet mais importantes da America Latina (foto: NuernbergMesse / divulgação)

Um dos mais importantes eventos da América Latina voltados para o mercado pet e veterinário, a Pet South America, já tem data e local definidos para 2011: de 18 a 20 de outubro, no pavilhão Vermelho do Expo Center Norte, em São Paulo.

Durante a edição de 2010, a feira, promovida pela NürnbergMesse Brasil, recebeu mais de 20 mil visitantes que puderam conferir exposições de cerca de 200 marcas sobre estética, saúde, acessórios e alimentação animal.

Ligia Amorim, diretora-geral da NürnbergMesse Brasil, enfatiza a relevância do evento para o segmento pet. “Nosso objetivo é reunir as empresas mais expressivas do setor, estreitar relacionamentos e proporcionar um ambiente para geração de novos negócios”, explica.

Além disso, durante o evento também foram realizados o 8º Congresso Paulista de Medicina Veterinária (Convapet) e o 10º Congresso Paulista de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais (Conpavepa). Ao todo, os congressos reuniram aproximadamente 1,6 mil profissionais.

“A realização de palestras tão importantes para a comunidade veterinária é resultado da parceria da Sociedade Paulista de Medicina Veterinária (SPMV) com a Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais (Anclivepa). Ambas as organizações reconhecem o crescimento da Pet South America como plataforma de negócios e ponto de encontro do segmento veterinário em toda a América Latina. A união destas entidades certamente fortalece o setor ao oferecer debates, discussões, estudos e pesquisas aos profissionais da área e ao meio acadêmico”, destacou Ligia.

Segundo os organizadores do evento, a 10ª edição da Pet South America estará cheia de novidades para os visitantes, dentre as quais a realização de um congresso único e inovador que reunirá 28 especialidades da medicina veterinária com o objetivo de promover debates e apresentar estudos e pesquisas a profissionais e estudantes de toda a América Latina.

“Nos vemos em outubro em novo pavilhão e com muito mais conteúdo”, adiantou um dos organizadores da Pet South America, uma das maiores plataformas negócios e ponto de encontro do segmento veterinário de toda a América Latina.

10ª edição da Pet South America será em outubro de 2011. Na programação do maior evento pet da América Latina já estão confirmados dois congressos.

Ou Eu ou o Cachorro, de Victoria Stilwell, ensina a educar seu cão

By Dog Dicas on 15 de dezembro de 2010

Ou Eu ou o Cachorro, livro de Victoria Stilwell, ensina aos donos como educar seu cão (foto: divulgação)

Seu cão anda desobedecendo, vive estragando suas coisas e ainda se comporta mal? Talvez a solução para esses problemas possa ser encontrada no livro “Ou eu ou o cachorro – dicas infalíveis para ter uma relação melhor com cães desobedientes”, escrito por Victoria Stilwell, treinadora de cães reconhecida por seu método da recompensa e apresentadora do Programa “Ou eu ou o Cachorro” (It´s Me or the Dog).

O livro, dentre outros assuntos, traz explicações sobre como funciona o mecanismo de aprendizagem dos cães e sobre o que fazer quando a situação com o pet está fora de controle.

Na introdução da obra a autora avisa que dará conselhos sobre cuidados gerais com os cães e apresentará soluções testadas na prática para os principais problemas com cães indisciplinados. Contudo, Victoria também ressalta logo de início que é contra o método da dominância: “treinamento não tem nada a ver com impôr sua vontade ao cachorro, mas, sim, dar a eles as ferramentas para que viva em seu mundo”.

Além disso, em todos os capítulos a treinadora reitera que para convivermos harmoniosamente com os cães é preciso que, desde filhotes, aprendamos a pensar como eles, falar sua língua e ver o mundo com seus olhos.

A grande novidade encontrada nas páginas do livro é o programa para aplicação em cães de todas as idades e raças. Elaborado por Victoria, o programa didático traz o passo-a-passo para educar os cães corretamente, falar com os animais, fornecer alimentação adequada e, finalmente, harmonizar a convivência dos seres humanos com seus animais de estimação.

Rico em ilustrações e com uma linguagem simples e atrativa, o livro – publicado no país em 2009 pela editora Panda Books – é um excelente guia tanto para donos de filhotes quanto para quem possui cães adultos com hábitos desagradáveis. Fica a dica para escolhê-lo como um ótimo presente de Natal.

Editora Abril lança Guia de Saúde do Pet

By Dog Dicas on 14 de dezembro de 2010

O Guia de Saúde do Pet é revisado por Mário Marcondes dos Santos e Fernanda S. Fragata do Hospital Veterinário Sena Madureira(foto: Editora Abril / divulgação)

Só quem tem um animal de estimação sabe as inúmeras dúvidas que, muitas vezes, atormentam os donos no que diz respeito aos cuidados com a saúde e o bem estar de nossos companheiros.

Pensando nisso, recentemente a Editora Abril lançou o Guia de Saúde do Pet,  uma espécie de livro de bolso da Revista Saúde! que reúne, de forma clara e muito atrativa, informações e orientações de renomados veterinários e comportamentalistas animais.

Com conteúdo revisado por Mário Marcondes dos Santos e Fernanda S. Fragata, médicos veterinários e diretores do Hospital Veterinário Sena Madureira, o guia aborda temas como adestramento, peculiaridades de cada fase da vida, acasalamento, orientações para evitar dor de cabeça na hora de viajar com o animal, cuidados de higiene, alimentação, chegada da velhice e até mesmo a morte do cão.

No primeiro capítulo o Guia traz informações sobre as vantagens e benefícios que a companhia de um animal de estimação traz para a saúde humana, além de abordar as características físicas e comportamentais de cães e gatos.

Além do projeto gráfico bem elaborado e colorido, outro diferencial da publicação são as dicas de prevenção dos principais problemas que acometem os pets.

O Guia de Saúde do Pet é vendido por R$ 24,90 e pode ser encontrado na loja on-line da editora Abril.

Sempre ao seu Lado estréia dia 18 no Telecine Premium

By Dog Dicas on 13 de dezembro de 2010

Sempre ao seu lado / Hachiko – A Dog’s Story (foto: divulgação)

Até onde vai a lealdade de um cão ao seu dono? Esse é o questionamento levantado pelo filme “Sempre ao seu lado” (Hachiko – A Dog’s Story), que no próximo dia 18 (sábado), às 22 horas, estreará no Telecine Premium.

Lançado em 2009, o filme é uma refilmagem de “Hachikô monogatari”, um longa japonês de 1987. A narrativa é baseada na real e emocionante história de um professor da Universidade de Tóquio, Hidesaburo Ueno, e seu cão, Hachiko.

Após ser encontrado numa estação ferroviária pelo professor (Parker Wilson, no filme), um cão, da raça Akita, é adotado pelo personagem e sua esposa. Hachiko então passa a acompanhar o dono todos os dias até a estação de trem e o espera no mesmo local para retornarem juntos para casa depois do expediente. Contudo, um acontecimento inesperado prova que a relação de ambos é tão forte que transcende até mesmo os limites da morte.

Em japonês, Hachi significa o numeral oito que, devido ao seu formato entrelaçado, simboliza a ligação entre o plano espiritual e o terreno. Assim, “Sempre ao seu lado” é uma linda história de companhia e amor eterno que vale a pena ser assistida.

Canicross, um esporte para você e para o seu cão

By Dog Dicas on 10 de dezembro de 2010

Canicross
Canicross em Quebec, Canadá (foto: Michael Carpentier / Flickr)

Criado no início da década de 90, no Reino Unido, como uma espécie de treinamento para cães de trenó ou de tração, o canicross tornou-se um esporte de corrida com cães muito popular na Europa e chegou ao Brasil. Segundo informações da Fábrica Brasileira de Shows e Eventos, a criação da Federação Brasileira de Canicross está em andamento.

O canicross é uma corrida cross country, isto é, na natureza, onde o dono e seu cão competem juntos. O primeiro usa um cinto (Waist Belt) e o segundo um arreio especial (Running Harness) e ambos são unidos por uma guia com uma parte elástica (Canicross Line) para evitar trancos.

Durante a corrida, o cão vai na frente do corredor, que compete com as mãos livres mas tem que estar atento para projetar o corpo para trás, no caso de reduzir o ritmo do animal, e dar comandos de “esquerda” ou “direita” para o cão, de acordo com a direção da trilha da competição.

O primeiro Campeonato Mundial de canicross aconteceu em 2002 na província de Ravena (Itália). No canicross competido por profissionais não existe limite máximo de faixa etária, mas a idade dos cães não pode ser inferior a 1 ano e dos competidores não pode ser inferior a 7. As categorias (masculino e feminino) são divididas por idade dos corredores.

Ao contrário de outros tipos de competições profissionais que envolvem cães, o canicross não exige pedigree, por isso é permitida a participação de cães de todos os tamanhos e raças, incluindo os vira-latas.

Por trabalhar todos os músculos do corpo, o canicross é uma atividade física com inúmeros benefícios para a saúde dos cães e dos seres humanos. Por isso, para aqueles que querem manter a forma física ao lado do seu cão, seguem algumas dicas:

  • Antes de sair correndo, é aconselhável que tanto o cão quanto o dono realizem exames para verificar suas condições físicas e de saúde;
  • O cão e o corredor devem beber bastante água fresca antes, durante e após a corrida para ficarem hidratados;
  • Não alimente o cão antes ou logo após a corrida para evitar complicações;
  • O ideal é praticar o canicross em terrenos irregulares, com terra e área verde. Contudo, aqueles que desejam treinar aos finais de semana nas proximidades de sua residência devem evitar fazê-lo por longos períodos no asfalto, especialmente em dias quentes, visto que a alta temperatura desse tipo de solo pode acabar queimando as patas dos cães;
  • Para acostumar o cão com o esporte, inicie com uma corrida moderada e por um curto período de tempo, aumentando aos poucos o ritmo e a distância a ser percorrida;
  • E lembre-se: mais importante do que competir ou praticar exercícios, no canicross o principal objetivo é a diversão e o entrosamento entre o cão e seu dono.

Adestramento de cães aumenta audiência no Domingão do Faustão

By Dog Dicas on 9 de dezembro de 2010

Betty Lago e o seu Golden Retriever, Chico (foto: Globo.com / divulgação)

Ensinar truques, fazer o cão executar com perfeição comandos de adestramento e ser premiado com um carro 0 km. Esse é o objetivo do quadro Cachorrada Vip, que estreou sua segunda edição no último dia 28/11 no programa Domingão do Faustão.

O quadro reúne seis personalidades do ‘mundo dos famosos’ que, com o auxílio do adestrador André Barreto, têm que treinar seus cães para mostrarem suas habilidades e obediência no menor tempo possível no palco do programa.

Dentre as tarefas a serem cumpridas pelos cães sob o comando de seus donos, estão exercícios de Agility, obediência a comandos como “senta”, “late”, “fica”, “deita”, além de treinamentos semanais intensivos.

Ao ficar com a maior nota da segunda fase da competição no programa do dia 05/11, a atriz Carolinie Figueiredo se emocionou no palco com seu cão Tuffo.

“Ele era teimoso, mal educado, e após um mês de treinamento já está respondendo aos comandos. Quando ele aprendeu a sentar, quase chorei. A gente está bem mais próximo, mudou o comportamento”, contou.

Para Gustavo Leão, ator, participar do Cachorrada Vip está sendo uma das melhores experiências de sua vida. “Ele é inteligente e quando chega nos treinos vai direto para os exercícios. Percebo que ele está mais comportado em casa. A competição está fazendo com que eu conheça mais o meu cachorro, melhorando nossa convivência”, afirmou o dono de Snow.

Julgados por uma equipe composta por atores convidados e um adestrador profissional de cães, os participantes da segunda edição do Cachorrada Vip são: Tande (ex-jogador de vôlei) com seu micro maltês Zack; Gustavo Leão e seu westie Snow; Ellen Jabour e seu vira-lata Pluft; Betty Lago com seu golden retriever Chico; Carolinie Figueiredo com seu poodle Tuffo e Rafael Cardoso com seu golden retriever Elvis (dupla eliminada no último domingo 05/12).

A dupla que mostrar maior entrosamento e obtiver as melhores notas em decorrência de truques executados com perfeição e de obediência ao maior número de comandos será premiada ao final da atração com um carro 0 km. As vencedoras da primeira edição do quadro, em 2009, foram a cadela Manu e sua dona, a atriz Fiorella Mattheis.

Biovet esclarece acusação de vacinas antirrábicas inseguras

By Dog Dicas on 3 de dezembro de 2010

Após publicação da Nota Técnica nº 161/2010 dos Ministérios da Saúde e Agricultura, uma série de notícias relatando que o Governo Federal proibiu as vacinas antirrábicas fabricadas pelo laboratório Biovet se espalhou pelos veículos de comunicação brasileiros e, conseqüentemente, pela Internet.

Algumas matérias publicadas, inclusive, chegaram a responsabilizar o fabricante pela morte de dezenas de animais imunizados durante a campanha de vacinação antirrábica, suspensa no país, oficialmente, em outubro de 2010. Diante disso, a Dog Dicas entrou em contato com o Laboratório Biovet para obter uma posição da empresa a respeito do fato e obteve as seguintes informações:

1) De forma transparente, o Laboratório Biovet continua em sintonia com todos os órgãos oficiais competentes para prestar os esclarecimentos necessários à sociedade sobre a qualidade dos lotes/partidas nº 059/2010, 139/2010, 177/2010 e 213/2010 da vacina RAI-PET 25 doses que forneceu à Campanha Nacional de Imunização de Cães e Gatos.

2) Nesse sentido, sobre a NOTA TÉCNICA divulgada em 29/11 pela Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), o Laboratório Biovet destaca a seguinte informação oficial sobre os eventos adversos relatados na mídia: “Após realização de auditoria no sistema de produção da empresa Biovet, constatou-se que não ocorreram alterações na metodologia de produção e de controle da qualidade que justifiquem o aparecimento desses eventos adversos.”

3) O MAPA informa ainda que, dos quatro lotes/partidas da vacina RAI-PET, 25 doses fornecidos à campanha, apenas um (nº 059/2010) apresentou resultados discrepantes, mas até o momento “não foi possível chegar a uma conclusão sobre o motivo da alteração constatada nessas amostras”.

4) Dessa forma, o Laboratório Biovet volta a informar que a vacina RAI-PET possui licença de fabricação desde o ano de 2003 (no. 8.657), e todos os lotes do produto são aprovados oficialmente, conforme mencionado na referida NOTA TÉCNICA do MAPA: “Vale ressaltar que 100% das partidas da vacina fabricadas e importadas são testadas em laboratórios oficiais antes de serem comercializadas, para avaliação da segurança e eficácia e, na ocasião, não foi detectado nenhum problema no processo produtivo da vacina antirrábica canina.”

5) Por sua vez, o produto RAI-PET apresentado em frasco com uma dose (1 mL) continua com sua comercialização normal.

Para mais informações e esclarecimentos, o Biovet disponibiliza o telefone 0800.055.66.42 para atendimento público.

Loja virtual Greenvana comercializa produtos Pet ecologicamente corretos

By Dog Dicas on 2 de dezembro de 2010

Lançador de bambu da Greenvana, com bolinha reciclada (foto: Greenvana / divulgação)

Que tal carregar o seu cão numa bolsa de lona reutilizada ou, ainda, vesti-lo com uma camiseta feita de tecido de garrafas PET recicladas? Esses e outros produtos ‘ecologicamente corretos’ podem ser encontrados no site da Greenvana Eco Store, uma nova loja de departamentos virtual que comercializa produtos ‘ecos’ de diversos fabricantes nacionais e internacionais, oferecendo aos clientes várias opções para um consumo sustentável.

Pioneira no mercado nacional, a loja de departamentos virtual é fruto da união de um time de especialistas que fez com que o projeto saísse do papel e se transformasse num site com explicações claras sobre todos os artigos do universo eco comercializados pela Greenvana.

“Nosso objetivo é informar os nossos consumidores sobre o que faz um produto ser considerado eco. Se é reciclado, reciclável, biodegradável, livre de químicos nocivos, natural e orgânico, proveniente de energia limpa e se respeita o comércio justo. Assim, todos podem aprender a ajudar o planeta de forma prática e com muito estilo”, diz Luciana Couto, responsável pela seleção e aprovação do mix de produtos do portal.

Com elegância, conforto e praticidade, os itens do departamento pet vão desde produtos de higiene feitos com ingredientes orgânicos e naturais, como, por exemplo, o Shampoo de Secagem Rápida Empóriopet, até casinha para transporte de animais feita de papelão.

“A maioria das pessoas que já tem a intenção ou disposição de consumir produtos sustentáveis não sabe ainda identificar o que realmente é eco nem que tipos ou quais produtos existem. Nós oferecemos um guia de compras abrangente e transparente com muita informação e opções para todos os gostos”, conta Alice Lobo, diretora de conteúdo da loja virtual.

Loja Física

Além do site, recentemente a Greenvana inaugurou também a sua primeira loja física, piloto de um projeto de franquias que terá início no primeiro trimestre de 2011. Localizada no Espaço Nirvana (Praça Santos Dumont, 31 – Jockey Club – Gávea), no Rio de Janeiro, a loja traz diversos produtos e soluções encontradas na Eco Store da Internet.

Loja virtual comercializa produtos Pet ecologicamente corretos

Casas de papelão e bolsas de lona reciclável para transportas cães são algumas das opções de produtos sustentáveis encontradas

Que tal carregar o seu cão numa bolsa de lona reutilizada ou, ainda, vesti-lo com uma camiseta feita de tecido de garrafas PET recicladas? Esses e outros produtos ‘ecologicamente corretos’ podem ser encontrados no site da Greenvana Eco Store (www.greenvana.com), uma nova loja de departamentos virtual que comercializa produtos ‘ecos’ de diversos fabricantes nacionais e internacionais, oferecendo aos clientes várias opções para um consumo sustentável.

Pioneira no mercado nacional, a loja de departamentos virtual é fruto da união de um time de especialistas que fez com que o projeto saísse do papel e se transformasse num site com explicações claras sobre todos os artigos do universo eco comercializados pela Greenvana.

“Nosso objetivo é informar os nossos consumidores sobre o que faz um produto ser considerado eco. Se é reciclado, reciclável, biodegradável, livre de químicos nocivos, natural e orgânico, proveniente de energia limpa e se respeita o comércio justo. Assim, todos podem aprender a ajudar o planeta de forma prática e com muito estilo”, diz Luciana Couto, responsável pela seleção e aprovação do mix de produtos do portal.

Com elegância, conforto e praticidade, os itens do departamento pet (http://br.greenvana.com/departamento/C187/pet) vão desde produtos de higiene feitos com ingredientes orgânicos e naturais, como, por exemplo, o Shampoo de Secagem Rápida Empóriopet (http://br.greenvana.com/Produto/Pet/Higiene-e-Perfumaria/Emporiopet/Shampoo-Secagem-Rapida-Emporiopet.aspx), até casinha para transporte de animais feita de papelão (http://br.greenvana.com/Produto/Pet/Acessorios/Ecobichos/Porta-Pet-Ecobichos.aspx).

“A maioria das pessoas que já tem a intenção ou disposição de consumir produtos sustentáveis não sabe ainda identificar o que realmente é eco nem que tipos ou quais produtos existem. Nós oferecemos um guia de compras abrangente e transparente com muita informação e opções para todos os gostos”, conta Alice Lobo, diretora de conteúdo da loja virtual.

Loja Física
Além do site, recentemente a Greenvana inaugurou também a sua primeira loja física, piloto de um projeto de franquias que terá início no primeiro trimestre de 2011. Localizada no Espaço Nirvana (Praça Santos Dumont, 31 – Jockey Club – Gávea), no Rio de Janeiro, a loja traz diversos produtos e soluções encontradas na Eco Store da Internet.

Pet Fashion Week SP, segunda edição, já tem data marcada

By Dog Dicas on 30 de novembro de 2010

A segunda edição do Pet Fashion Week São Paulo (PFWSP), está marcada para 02 e 03 de abril de 2011 (Foto: Andre Penner/AP)

A segunda edição brasileira de um dos mais respeitados eventos americanos voltados para o mercado pet, o Pet Fashion Week São Paulo (PFWSP), já tem data marcada: 02 e 03 de abril de 2011.

Segundo um dos organizadores do evento, Rodrigo Rivellino, a primeira edição, que aconteceu em abril de 2010, foi sucesso de público (cerca de 5 mil visitantes) e mostrou o potencial dos consumidores do mercado pet no Brasil.

“Estamos muito satisfeitos com a repercussão e aceitação do primeiro evento e pretendemos que a Pet Fashion Week SP 2011 cresça 50% em área e números de expositores. Estamos preparando também uma agenda ainda mais intensa de atividades paralelas como concursos, exposições e desfiles”, afirma Rivellino.

Para a segunda edição do evento já estão confirmados um espaço de trade show com estandes de renomadas marcas nacionais e internacionais, exposições, concurso de tosa e três desfiles com transmissão live streaming (ao vivo na internet), sendo o último deles beneficente ao Instituto Cão Guia Brasil, ONG que treina cães guias que são doados a portadores de deficiência visual e que, atualmente, possui cerca de 6 mil pessoas na fila de espera.

Com edições anuais em New York e no Japão, o Pet Fashion Week é um evento criado há mais de 5 anos onde o público tem a oportunidade de se atualizar profissionalmente e conhecer os produtos e novidades de empresas e designers nos segmentos de moda, tosa e lifestyle.

Cesar Millan participará da refilmagem de A Gangue dos Dobermans

By Dog Dicas on 29 de novembro de 2010

Cesar Millan acena para fotógrafos
Cesar Millan acena para fotógrafos na 24ª Premiação Anual da Imagen em Beverly Hills em 2009 (foto: AP / Chris Pizzello)

A Gangue dos Dobermans” um dos mais famosos filmes de cães do mundo, e com certeza o mais famoso envolvendo Dorbermans, será refilmado com a participação de Cesar Millan. O comportamentalista e apresentador do programa de TV “O Encantador de Cães”, em parceria com o produtor Darren Reagan, está usando sua influência em Hollywood para trazer a trilogia de volta aos cinemas.

“Era um sonho meu de muito tempo fazer parte do remake deste filme. Esse era um dos meus filmes favoritos quando criança e é uma honra fazer parte de um filme que traz essa grande estória de volta à vida. Assistir o poder da matilha na tela grande é um verdadeiro sonho pra mim”, disse Millan.

“A Gangue dos Dobermans” foi produzido em 1972 e conta a estória de um criminoso que com a ajuda de um ex-combatente do Vietnã, expert em adestramento, resolve treinar Dobermans (raça mais temida da época) para realizar assaltos à bancos. Os seis cães tinham nomes de criminosos famosos: Dillinger (John Dillinger), Bonnie (Bonnie Parker), Clyde (Clyde Barrow), Pretty Boy Floyd, Baby Face Nelson e Ma Barker.

Apesar do baixo orçamento, o filme foi tão popular que ganhou duas continuações e fez com que uma geração inteira temêsse e admirasse a raça, ao mesmo tempo em que a tornou amplamente conhecida por sua disciplina e ferocidade, iniciando um culto de seguidores que até hoje lembram com respeito da matilha de orelhas pontudas do filme.

Cesar ainda não decidiu se vai aparecer no longa ou apenas ficar nos bastidores, mas está animado com a produção.

A história de Laika: progresso ou crueldade?

By Dog Dicas on 28 de novembro de 2010

Laika em testes na pequena cabine que iria ao espaço (foto: reprodução / internet)

Recolher um jovem cão de rua e treiná-lo para uma experiência pública de progresso, que o matará em poucas horas, em condições inóspitas, solitárias, imprevisíveis, apavorantes e sem chance de sobrevivência, lhe parece cruel? Pois foi isso que aconteceu com Laika, uma cadela vira-lata de aproximadamente 2 anos de idade, 6 kg e sem dono, encontrada nas ruas de Moscou.

A história de Laika começa em 14 de outubro de 1957, dez dias após o primeiro satélite artificial (Sputnik 1) ser colocado em órbita, quando, para se provar ao mundo o poder da União Soviética, se ordenou que fosse lançado um satélite com um ser vivo a bordo em comemoração aos 40 anos da Revolução Russa.

Laika passou então a fazer parte de um grupo de dez cães treinados por Oleg Gazenko, no Instituto de Medicina da Força Aérea, para vôos espaciais. Somente três cadelas, Albina, Laika e Mukha, foram escolhidas para passar por treinamentos intensos e estressantes de resistência a vibrações (simulador de vôo), acelerações, cargas G em máquinas centrífugas, altos ruídos e permanência em compartimentos cada vez menores, por até 20 dias. A escolha de fêmeas se deu, entre outros fatores, pelo fato de que, ao contrário dos machos, elas não têm a necessidade de ficar em pé e erguer uma perna para urinar, o que era impossível de ser realizado na pequena cabine pressurizada destinada ao cão dentro da nave. Dentre as três, Laika foi escolhida por sua personalidade tranqüila e paciente.

Laika antes de ser colocada na cabine do Sputnik 2 (foto: reprodução / internet)

No dia 3 de novembro de 1957 (2 de novembro, no Brasil) é lançado então o Sputnik 2, na Rússia, com Laika a bordo. Fixada ao chão da nave com uma espécie de cadeira que a impedia de se movimentar e equipada com um recipiente para armazenar seus excrementos, Laika começa a uivar apavoradamente devido ao barulho ensurdecedor e às vibrações do lançamento. Seu ritmo cardíaco dispara e chega a três vezes acima do normal.

Moscou afirmava ao mundo que em poucos dias Laika retornaria numa cápsula espacial ou em um pára-quedas. Mas apesar do que era divulgado, Moscou sabia, desde o início, que Laika não retornaria com vida de sua missão, pois o Sputnik 2 não possuía tecnologia para regressar à Terra.

Era uma viagem só de ida.

Então, depois de várias especulações sobre o assunto, finalmente foi feito o anúncio oficial de que Laika não mais voltaria, mas morreria sem dor no espaço, após uma semana.

Foto rara feita por um astrônomo amador dos últimos quinze segundos de existência do Sputinik 2 e sua tripulante, morta há meses. (foto: Spacenews.geoman.net)

Deste momento em diante, muitas versões para a morte da solitária tripulante foram apresentadas, inclusive de que que Laika teria morrido após cerca de 10 dias em órbita, através de uma injeção letal. Mas foi somente em 2002, quarenta e cinco anos depois, que Dimitri Malashenkov, um dos cientistas da equipe na época, revelou que Laika morreu devido a um problema na desacoplagem de uma parte do satélite que interrompeu o sistema de controle térmico e, consequentemente, elevou a temperatura interna do Sputinik 2 para 40ºC.

Submetida a um cenário de pânico, calor extremo e desespero, Laika finalmente morreu, entre cinco e sete horas depois do lançamento.

O Sputnik 2 deu 2.570 voltas ao redor da Terra, cerca de 100 milhões de quilômetros, até consumir-se na atmosfera com os restos mortais de Laika, no dia 14 de abril de 1958.

Apesar de sua morte, os cientistas afirmaram que a viagem de Laika possibilitou o conhecimento da reação de um ser vivo em órbita e, conseqüentemente, deu início aos vôos espaciais tripulados por seres humanos.

Laika foi o primeiro ser vivo terrestre a orbitar a Terra. Após sua missão, nenhuma outra foi realizada sem que se tivesse a possibilidade tecnológica de retorno do animal.

Homenagens

Ainda nos dias atuais a história de Laika emociona milhares de pessoas pelo mundo. Desde 1997 Laika possui sua placa em Baikonur, a cidade das estrelas, juntamente com as dos demais cosmonautas mortos. Em 2008, no centro de Moscou, foi inaugurado um monumento de 2 metros de atura próximo ao Instituto de Medicina Militar (onde foram feitos os cruéis testes com o grupo de cães) que consiste numa parte de uma espaçonave no formato de uma mão humana que segura o seu corpo.

Dentre as homenagens pelo mundo todo à Laika estão cadelas com seu nome, selos postais com sua imagem, marcas com seu nome e uma série de produtos com sua foto.

Chegada do Natal aquece as vendas dos Pet shops

By Dog Dicas on 26 de novembro de 2010

Considerados cada vez mais como membros da família, os cães passaram a participar das festividades de final de ano e, principalmente, da tradicional ceia de Natal.

Desse modo, a chegada desta data comemorativa é sinônimo de aquecimento nas vendas de pet shops e empresas do mundo todo que investem em produtos natalinos específicos para animais de estimação.

Alimentos e guloseimas

Para possibilitar que o cão participe com a família da ceia de um modo saudável, nessa época as indústrias do segmento pet investem, maciçamente, nas mercadorias alimentícias, que são criadas e testadas por veterinários e possuem uma fórmula nutricional especial para os cães, livre de substâncias nocivas à saúde do animal.

Panedog da Chocodogs - sabor de chocolate mas com composição adequada aos cães (foto: Chocodogs)

Exemplo disso é o panetone para cães na versão salgado (recheado com carne) ou doce (com sabor de chocolate – segundo o fabricante, eles não são feitos de chocolate de fato, mas sim de uma composição própria sem Theobromina). Para completar a ceia canina também existem os biscoitos natalinos, os brownies e, até mesmo, os bombons em formatos característicos da data.

Os fabricantes dizem, ainda, que apesar de serem feitos especialmente para os cães, tais alimentos não são contra-indicados para seres humanos, que podem, sem problema algum, experimentá-los e matar a curiosidade. Entretanto, os produtores alertam que esses produtos não substituem as refeições diárias do cão, por isso devem ser utilizados como uma deliciosa recompensa ou em momentos especiais.

Roupas e Brinquedos

Para caracterizar os cães e tornar a festa mais divertida, muitos donos optam por vesti-los com camisetas, roupas de Papai Noel ou Mamãe Noel, gravatas, gorros ou laços vermelhos. Entretanto, especialistas fazem um alerta para que a brincadeira seja sadia: as roupas devem ser utilizadas por um curto período de tempo, assim como os gorros com elástico, pois podem irritar o cão, causar dermatite ou fazer com que o animal enrosque as patas e, consequentemente, se machuque.

Dentre os brinquedos escolhidos para presentear os cães no Natal, os campeões são os bichinhos de pelúcia, seguidos pelos brinquedos de borracha ou que têm cordas (para limpar os dentes e ajudar a evitar o tártaro). Mas, para aqueles que não querem economizar com os cães há diversos produtos sofisticados, como, por exemplo, óculos de sol, produtos de higiene importados e até perfumes franceses, como o Oh My Dog!

A dica, de acordo com especialistas, é não exagerar no tempo de uso (para roupas e utensílios) ou na quantidade de porções oferecidas (no caso de comidas), pois todos esses produtos não fazem parte da condição natural do cão.

E lembre-se: não importa qual a forma ou a mercadoria escolhida para presentear seu cão no Natal, o maior presente para ele é ser amado por você.

Victoria Stilwell é referência no método da recompensa

By Dog Dicas on 24 de novembro de 2010

Victoria Stilwell
Victoria Stilwell é contra técnicas de dominância e defende que cães não devem ser punidos (foto: reprodução / internet)

Na atual era da sociedade midiática, assistir semanalmente à programas internacionais de reality shows para aprender a educar cães corretamente já faz parte do cotidiano de milhões de pessoas. Mas você conhece Victoria Stilwell, a ‘supernanny’ dos cães indisciplinados?

Reconhecida mundialmente por sua metodologia de treinamento que utiliza o reforço positivo, Victoria Stilwell é treinadora de cães e apresentadora do programa ‘Ou Eu ou o Cachorro’ cuja transmissão, no Brasil, acontece no canal GNT.

Nascida em 1969, em Wimbledon (Inglaterra), Victoria iniciou sua carreira em 1990, quando, ao criar sua própria Cia. de cães de passeio, percebeu a dificuldade dos treinadores em educar os cães com um método bem sucedido. Posteriormente, ainda em Londres, Victoria fez diversas participações em filmes, séries de TV e comerciais e, simultaneamente, iniciou seus estudos sobre treinamento de cães pela aprendizagem do reforço positivo com renomados behavioristas da Grã-Bretanha. A treinadora mudou-se para os Estados Unidos (New York) em 1999 e trabalhou como consultora comportamental em diversas organizações de resgate animal ministrando palestras e seminários de resgate, formação e reabilitação de cães.

O reforço positivo mostra ao cão como se comportar e de que forma se comportar bem traz prazer

Admirado e seguido por milhões de profissionais e proprietários de cães, seu método de educação canina é embasado no reforço positivo de treinamento, que, por meio de petiscos e agrados, mostra ao cão que atitudes positivas têm recompensa, e combate, veementemente, a dominância, a agressividade e a punição diante de maus comportamentos do animal.

“Muitos comportamentos negativos de nossos cães acontecem porque eles vivem sob as regras de nossa casa, estranhas aos animais, e acabam desenvolvendo problemas como estresse, ansiedade e insegurança. Se você punir esse animal, poderá fazê-lo se comportar de forma ainda pior e incentivá-los a se tornarem agressivos. O reforço positivo mostra ao cão como se comportar e de que forma se comportar bem traz prazer”, explica Victoria.

Além disso, Victoria também é autora do livro “Ou eu ou o cachorro” (Panda Books, 2009) e criadora do licenciamento para adestradores adeptos do reforço positivo, que permite que, ao acessar seu site, os donos de cães saibam onde há adestradores que utilizam sua metodologia.

Atualmente, Victoria mora em Atlanta com seu marido, sua filha e seu cão Sadie.

Livro infantil conta a história de Yogi, um cão diferente

By Dog Dicas on 24 de novembro de 2010

Yogi e sua língua pendurada (foto: Amy Dunn)

Desde quando ser diferente é um empecilho para alcançar o sucesso e até se tornar um presidente? Essa é lição do livro infantil “When Yogi ran for presidente: A true underdog tail” (Quando Yogi se tornou presidente: O verdadeiro conto de um cão rejeitado), de Kevin Donahue, que será lançado nos Estados Unidos nos próximos meses.

O conto narra a história de Yogi, um cão que, devido a um problema, tem a língua sempre pendurada para fora da boca e por isso é desprezado e ridicularizado por outros cães na escola. Mas que com a ajuda e incentivo de seu melhor amigo, Delilah, consegue superar os obstáculos e fazer coisas que os outros julgavam impossível. Além disso, o livro também traz explicações para as crianças sobre a política e as funções desempenhadas pelo presidente.

Apesar de fictícia, a narrativa o livro se baseia na história real da vida de Yogi, um pug de 7 anos, preto, cuja história começa em 2006, após deixar a residência de uma família que não tinha condições de cuidar dele e ir para a casa de Kevin.

A partir daí, o diferencial de Yogi, juntamente com sua esperteza e graciosidade, passou a chamar tanto a atenção das pessoas durante os passeios diários, que seu novo dono criou um site para responder as perguntas de internautas do mundo todo sobre o cão e postar fotos engraçadas.

Yogi se tornou uma estrela nos EUA, o que rendeu diversas participações em programas televisivos e, até mesmo, uma marca com seu próprio nome. A deficiência do pequeno pug foi, inclusive, objeto de estudo de alguns veterinários, que afirmam que a língua do cão para fora da boca pode ser seqüela de um leve derrame.

Para o autor do livro e proprietário de Yogi não importa qual seja a origem da particularidade do cão. O que realmente importa é que Yogi é um exemplo de que ser diferente é normal e não impede ninguém de ser feliz e alcançar seus objetivos. O lema de Yogi, segundo Kevin Donahue, é “Se a vida cortar sua língua….continue a lamber”.

Cesar Millan encerra turnê 2010

By Dog Dicas on 19 de novembro de 2010

Cesar Millan em turnê (foto: Cesar Millan Inc)

Interatividade com a platéia, alegria e muita informação a respeito do comportamento dos cães. Essa foi a fórmula de sucesso da última turnê do encantador de cães, Cesar Millan, “Cesar Millan Live Canada Tour 2010”, que, após 14 apresentações no Canadá, se encerrou no último domingo (14/11/2010).

Com acesso restrito apenas a ‘humanos’, os shows revelaram a centenas de pessoas, por meio de simulações de cenas cotidianas com os próprios cães no palco, os segredos de Millan para educar os cães e acabar com os transtornos causados por maus comportamentos, harmonizando assim a convivência dos donos com seus cães.

Além disso, durante a temporada canadense, Cesar Millan também procurou desmitificar os pit bulls (raça de Daddy, seu cão preferido que morreu no início do ano).

O sucesso da turnê foi tão grande que a equipe do encantador de cães recebeu inúmeros pedidos de donos que queriam candidatar seus cães para serem utilizados nas demonstrações durante os shows.

Resta agora ficar atento para saber se a turnê terá continuidade no ano que vem e por quais locais passará. Aos fãs brasileiros do encantador de cães, a dica é torcer para que as apresentações cheguem por aqui ou, ao menos, passe pela América Latina.

Faltam cães-guia para cegos no Brasil

By Dog Dicas on 18 de novembro de 2010

Levantamento feito por Organizações não governamentais (ONGs) e pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia aponta que o Brasil possui cerca de 60 cães-guia treinados diante de um universo de 1,4 milhão de cegos.

Não precisa ser nenhum gênio da matemática para saber que esse número é mais do que insuficiente para atender a demanda do país. A principal causa desse déficit, segundo o levantamento, é o número reduzido de instituições brasileiras que realizam esse treinamento, além da falta de recursos agravada pela carência de apoio financeiro governamental ou de organizações privadas. Assim, há duas opções para os cegos brasileiros que desejam a companhia de um cão-guia: ficar por tempo indeterminado na fila de espera de uma ONG que treina cães-guia ou adquirir um desses animais fora do país.

No Brasil, o treinamento desses cães em ONGs especializadas demora aproximadamente dois anos e custa, em média, R$ 25 mil. Contudo, existem ONGs onde as pessoas não pagam pelos animais – os cães são cedidos e, caso não sejam bem cuidados, são retirados – mas têm que aguardar na fila. Um exemplo é a Escola de Cães-Guia Helen Keller.

Para aqueles que não querem esperar e estão dispostos a comprar um animal em outros países, o custo médio de um cão-guia é de US$ 5 mil (cerca de R$ 8,7 mil) além das despesas de viagem e dos gastos no período de adaptação (aproximadamente 30 dias) para integrar e sintonizar o cão com o dono. Entretanto, ao optar por essa alternativa deve-se ter em mente que mesmo assim pode haver espera, visto que em outros países os estrangeiros não são prioridade para aquisição de cães-guia.

Se comparados às bengalas, os cães-guias oferecerem segurança e uma autonomia de locomoção infinitamente maior aos cegos. Eles necessitam de uma reciclagem anual no treinamento e devem se aposentar após, aproximadamente, 7 anos de trabalho.

Royal Canin lança promoção de sacolas ecológicas

By Dog Dicas on 17 de novembro de 2010

Ecobag da Royal Canin (foto: Grupo TV1)

Visando contribuir de maneira segura e responsável para a proteção e preservação do meio ambiente por meio da redução do uso de sacolinhas plásticas, recentemente a Royal Canin lançou a promoção “Sacola Ecológica – seu cão mais saudável vivendo em um mundo melhor”.

Válida em todo território nacional e com duração até o final dos estoques, a promoção consiste na distribuição de uma ecobag como brinde na compra de pacotes de 3 kg das rações Dachshund (Junior e Adult), Poodle Adult, Schnauzer Adult, Shih Tzu (Junior e Adult) e Yorkshire (Junior e Adult), identificados com o adesivo promocional.

Com uma imagem de cães estampada na frente, a ecobag é feita de algodão ecológico cru e possui 50 cm de largura por 40 cm de altura. De acordo com o departamento de marketing da empresa, o sucesso da promoção é tamanho que estão sendo produzidas mais 40 mil ecobags (o primeiro lote foi de 45 mil sacolas distribuídas por todo o país).

Preocupada com a questão ambiental, a Royal Canin também realiza ações para aumentar a conscientização dos colaboradores e diminuir o uso de recursos naturais e os impactos ambientais, como, por exemplo, a utilização de tintas a base d’água. Além disso, segundo informações da própria empresa, estão sendo desenvolvidos projetos para futura redução do uso de poliéster e polietileno na estrutura de suas embalagens.

Válida em todo território nacional e com duração até o final dos estoques, a promoção consiste na distribuição de uma ecobag como brinde na compra de pacotes de 3 kg das rações Dachshund (Junior e Adult), Poodle Adult, Schnauzer Adult, Shih Tzu (Junior e Adult) e Yorkshire (Junior e Adult), identificados com o adesivo promocional.
Com uma imagem de cães estampada na frente, a ecobag é feita de algodão ecológico cru e possui 50 cm de largura por 40 cm de altura. De acordo com o departamento de marketing da empresa, o sucesso da promoção é tamanho que estão sendo produzidas mais 40 mil ecobags (o primeiro lote foi de 45 mil sacolas distribuídas por todo o país).
Preocupada com a questão ambiental, a Royal Canin também realiza ações para aumentar a conscientização dos colaboradores e diminuir o uso de recursos naturais e os impactos ambientais, como, por exemplo, a utilização de tintas a base d’água. Além disso, segundo informações da própria empresa, estão sendo desenvolvidos projetos para futura redução do uso de poliéster e polietileno na estrutura de suas embalagens.

Casinha anti-ruídos para cães com medo de fogos de artifício

By Dog Dicas on 11 de novembro de 2010

A Quiet Kennel, da Prestige Pets, promete acabar com os transtornos sonoros (foto: Prestige Pets)

Com a proximidade das festividades do final do ano e, conseqüentemente, os fogos de artifício, uma invenção promete ser a solução: a casa de cachorro à prova de som.

Recentemente criada pela britânica Natalie Ellis, da Prestige Pets, além das paredes que barram o som, a casinha também possui uma porta construída com camadas de policarbonato, o que impede o barulho de entrar.

Para barrar o som a casa precisa ficar com a porta fechada, mas se engana quem pensar que o animal ficará sufocado dentro da invenção, pois Natalie criou um sistema automático de ventilação que é ativado assim que o animal entra no ambiente.

O custo para acabar com o medo e o estresse causado pelos fogos de artifícios em alguns cães é um pouco salgado (cerca de R$ 1.300,00), mas quem tiver interesse em adquirir o produto pode encontrar mais informações aqui.

Livro explica a morte dos animais para crianças

By Dog Dicas on 10 de novembro de 2010

"Por que o Elvis não latiu?", explica a morte dos animais para crianças (capa:Tayla Nicoletti)

Dialogar com os pequenos sobre um assunto tão triste e ao mesmo tempo tão complexo: a morte do animal de estimação. Esse é o tema do livro infantil “Por que o Elvis não latiu?”, lançado pela Editora 8Inverso no início de novembro.

Com linguagem poética e palavras fáceis para o público infantil, no decorrer do livro o autor (Robertson Frizero) constrói uma narrativa que aborda aos poucos a questão da morte com as crianças de um modo muito particular, mas sem fugir da realidade.

O livro é uma dica para os pais que têm dificuldade de conversar sobre esse assunto com os filhos, pois também ensina aos adultos como abordar a perda do bichinho de estimação com as crianças, sem mentir ou fazer rodeios.

Cachorro na cama, pode?

By Dog Dicas on 8 de novembro de 2010

Cachorro na cama
Especialistas não recomendam cães na cama dos donos  (foto: Vincent Garcia / Flickr)

O dilema de dividir ou não a cama com seu cão atormenta muitos proprietários, que, na maioria das vezes, geram esse hábito nos animais enquanto ainda filhotes e precisam de ajuda para subir na cama. Contudo, o ato de carinho pode se tornar um problema com o passar do tempo. Mas, afinal, é certo que os proprietários dividam a cama com seu animal?

Segundo a pesquisa Radar Pet, realizada em 2010 pela Comissão de Animais de Companhia (Comac), do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan), 55% dos cães brasileiros passam a noite dentro de casa, dos quais 23% ficam no quarto dos proprietários e 12% têm seu próprio quarto. Os demais 11% passam a noite na sala e apenas 9% dorme no banheiro ou na lavanderia.

Apesar do resultado da pesquisa, para muitos especialistas não é recomendado que os cães, assim como acontece com as crianças, durmam na mesma cama que os ‘pais’. A medida serve para evitar, principalmente, a possessividade, carência e até mesmo a agressividade do animal quando alguém se aproxima de seu dono. Além disso, dormir junto com o cão pode ser prejudicial se o animal não estiver devidamente higienizado.

Para aqueles que não abrem mão da companhia do cão na hora do sono, as recomendações são vermifugação e vacinação do animal em dia; higiene das patas antes de colocá-lo na cama (pode-se até utilizar um secador após lavar as patas para evitar que fiquem úmidas) e troca diária de lençóis e fronhas.

 dormir junto com o cão pode ser prejudicial se o animal não estiver devidamente higienizado

Já para os proprietários que querem abandonar o costume, a tarefa é um pouco mais difícil, mas não impossível. Seguem as dicas: A primeira coisa a se fazer é escolher uma cama confortável e ideal para o tamanho do animal. Em segundo lugar, não permita mais que o cão suba na sua cama e, caso o faça, você deve retirá-lo imediatamente e repetir a ação sempre que o animal insistir.

Uma orientação para facilitar a separação entre o dono e o cão na hora de dormir é passear todos os dias com o cão antes de dormir com o objetivo de cansá-lo, para que ele adormeça facilmente. E finalmente, conduzir o cão até a nova cama dele, tirando-o do seu colchão caso volte a subir.

Para ajudar o cão a se acostumar com o novo local de descanso, a dica é colocar a cama dele no ambiente onde ele está acostumado a dormir (no quarto ou na sala, por exemplo), deitar-se ao lado dela, chamar o animal pelo nome, usando comandos como ‘cama’, ‘senta’, ‘deita’ e ‘fica’ (recompensando-o sempre que acertar) e acariciar o cão até que ele relaxe e adormeça.

A tarefa pode ser um pouco cansativa, sim, mas especialistas garantem que o cão logo assimila o novo espaço para dormir e o resultado aparece em até uma semana.

Latidos excessivos: existe solução?

By Dog Dicas on 3 de novembro de 2010

Cão latindo
Latidos demasiados podem incomodar as pessoas e deixar o próprio cão ansioso e estressado (foto: Pedro Moura Pinheiro / Flickr)

O que fazer quando o cão late muito, incomoda os vizinhos e causa uma série de transtornos ao dono, como ameaças e brigas? Primeiramente, vale lembrar que latir é uma condição natural do cão (o seu modo de comunicação), por isso as ações acerca desse assunto apresentadas aqui têm a intenção de amenizar os latidos excessivos, mas jamais de eliminá-los.

Latir é saudável para o cão, exceto quando este comportamento é demasiado e acaba por incomodar as pessoas e deixar o próprio animal num quadro de ansiedade e estresse. Segundo especialistas, além de ser muito comum, a situação muitas vezes é culpa do próprio dono que, para fazer o cão parar de latir, acaba cedendo e dando o que o cão quer. Assim, o animal logo percebe que quando late seu problema é resolvido e, inconscientemente, os proprietários acabam ‘treinando’ o cão para latir sempre que quiser alguma coisa.

O primeiro passo para resolver o problema de um cachorro que late muito é, sem dúvida, descobrir a causa dos excessos para, posteriormente, iniciar as medidas. Alguns cães latem demais para chamar a atenção, pedir carinho, proteger o território, por ciúmes, excesso de estímulos, condicionamento (latir quando tocam a campainha, por exemplo), tédio, solidão e, até mesmo, depressão. Por isso, é fundamental que se procure um médico veterinário que o ajudará a identificar a causa. Uma vez identificada, você pode por em prática algumas dicas para resolver o problema:

1. Se possível, elimine a fonte que estimula os latidos (se seu cão late muito quando vê pessoas, coloque uma barreira visual entre ele e a área externa, como, por exemplo, insulfilme ou placas de madeira);

2. Faça com que sua saída e chegada em casa seja algo natural para o cão. Para tanto, não faça ‘festa’ com o cão imediatamente quando retornar para casa. Ignore-o a princípio e, passada a euforia, faça carinho e lhe dê atenção;

3. Não dê atenção ao cão até que ele pare de latir excessivamente; espere que silencie e se acalme e, somente então, atenda-o.

4. Para que o cão não fique entediado com o silêncio, experimente deixar o rádio ligado quando você sai de casa (hoje em dia existem no mercado pet, CDs com músicas que relaxam e acalmam os cães);

5. Exercite o animal diariamente com passeios e brincadeiras. Além de ajudá-lo a gastar as energias acumuladas durante o dia, as atividades físicas ajudam a combater e aliviar o estresse, além de trazerem inúmeros benefícios à saúde do cão;

6. Crie situações em que seu cão latiria em excesso (como, por exemplo, o toque do telefone ou da campainha) e repreenda-o, imediatamente, pelo mau comportamento. Mas não esqueça de agradá-lo sempre que fizer algo correto;

7. Preste atenção a outras formas de comunicação utilizadas pelo cão e, quando esses sinais aparecem, atenda-o. Assim, ele aprenderá que não precisa latir para conseguir o que quer;

8. Ensine ao cão o comando ‘quieto’. Sempre que o animal latir por mais de três vezes seguidas, o dono pode dar o comando e segurar o focinho, sem machucá-lo, ou utilizar um spray de água em sua cara. Além de indolor, esse último método é simples e causa apenas um desconforto.

Apesar das informações acima, é importante salientar a importância de se procurar um médico veterinário para obter as orientações corretas quanto à causa e tratamento adequado quando os latidos deixam de ser um comportamento comum e se tornam um problema.

Obesidade canina e a saúde dos cães

By Dog Dicas on 25 de outubro de 2010

Disfunções hormonais, solidão e carência também podem ser causas de obesidade nos cães (foto: Vandelizer | Flickr)

Ter um corpo com os, popularmente chamados, ‘pneus’ e ver o ponteiro da balança elevar-se rapidamente faz parte da realidade de 44% dos cães dos Estados Unidos, segundo um estudo da Association for Pet Obesity Prevention (Associação para Prevenção da Obesidade em Animais de Estimação). No Brasil, a estimava é que o problema atinja 40% da população canina.

A obesidade corresponde ao excesso de gordura corporal e, nos cães, pode estar associada à falta de atividades físicas, estresse, má alimentação ou disfunções hormonais.

De acordo com estudos, a obesidade em cães é causada, principalmente, pela superalimentação (alimentos com alto teor de gorduras e carboidratos), mas também há outros fatores como as disfunções hormonais, que atingem 25% dos cães, e o estresse, que provoca obesidade em 15% dos cães que passam muito tempos sozinhos ou que têm carência de atenção e, conseqüentemente, consomem alimentos em excesso como alívio de tensão.

O problema é mais comum entre animais adultos e idosos, especialmente entre fêmeas e cães castrados, e pode ser facilmente identificado pelo excesso de gordura ao redor do pescoço ou pelo aparecimento de dobras que não são características da raça.

Complicações

Assim como acontece em seres humanos, nos cães a obesidade provoca problemas na coluna vertebral (especialmente em raças caracterizadas pela coluna mais comprida, como teckel e basset hound) e, por conseqüência, transtornos no aparelho locomotor. Problemas nas articulações também são comuns, assim como agravamento da displasia em cães adultos e idosos e outras complicações, como hérnia e reumatismo, prejudicando o desenvolvimento do animal.

Além disso, o cão com excesso de gordura corporal pode apresentar dificuldades respiratórias, transtornos cutâneos (dentre os quais, eczema), aumento de colesterol, hipertensão e predisposição a diabetes e enfermidades infecciosas, o que diminui o seu tempo de vida.

Avaliação

A obesidade é um risco para a saúde do seu cão (foto: polietileno | Flickr)

Antes de tomar qualquer decisão, é importantíssimo avaliar se, de fato, o cão está obeso, visto que algumas raças são naturalmente mais ‘fofinhas’ que outras. Para tanto, é indispensável que o dono leve seu cão ao veterinário para constatar se o animal está, ou não, obeso.

Contudo, uma dica para saber se o cão está com excesso de gordura é agarrar a pele da região da costela e verificar se há uma dobra muito grossa (o que indica obesidade).

Dicas

Na luta contra a obesidade, é preciso uma mudança nos hábitos dos cães e de seus donos, visto que os animais não ingerem guloseimas por conta própria e dependem exclusivamente de seus proprietários para se alimentar. Diante disso, um dos fatores essenciais para o emagrecimento do cão, sem dúvida, é a consciência do dono, especialmente quando seu melhor amigo pede algo durante as refeições da família.

Outra dica é a prática regular de atividades físicas, como, por exemplo, a caminhada.
Veja abaixo outras dicas para colocar seu cão em forma:

  1. Faça com que seu cão pratique exercícios regularmente (caminhadas longas; brincadeiras com bola dentro e fora de casa). Para quem não tem tempo, há excelentes serviços no mercado que realizam – uma ou duas vez por semana – diversas atividades, como trilhas, aulas de natação e até mesmo exercícios com esteira para o cão;
  2. Caso o animal seja castrado, além de praticar atividades físicas, procure um veterinário e solicite uma dieta adequada (uma boa dica são as rações específicas para cães castrados, que são menos calóricas);
  3. Substitua a ração tradicional por uma light, que contém mais fibras, menos gordura e substâncias de suma importância para o animal, como a l-carnitina;
  4. Leia e siga as indicações do fabricante quanto à quantidade de ração a ser fornecida;
  5. Divida a ração em pequenas porções ao longo do dia para que seu cão tenha sempre a sensação de estar saciado;
  6. Dispense as guloseimas, como, por exemplo, biscoitos e petiscos – elas não são essenciais;
  7. Evite comer perto do cão e, se possível, mantenha-o longe na hora das refeições para não cair na tentação de alimentá-lo com comidas inapropriadas;
  8. Mantenha uma alimentação adequada desde os primeiros dias de vida. O cão que ingere uma quantidade de calorias maior do que seu organismo consome, inicia um processo onde pode se tornar um adulto obeso.

É importante ressaltar que a figura do cão gordo traduzida como um animal saudável é coisa do passado, pois a obesidade é um fator de risco e pode causar diversos agravos à saúde dos cães. Além disso, é fundamental que o dono procure um veterinário antes de agir por conta própria. Somente o profissional saberá precisar qual a origem da obesidade do animal e indicar o tratamento apropriado.

Filhotes: 5 erros de comportamento dos donos

By Dog Dicas on 25 de outubro de 2010

Filhote mordendo
Dentre as inúmeras brincadeiras que se faz com um cão, muitas pessoas dão a mão para que o filhote brinque de mordê-la (foto: Jaybird – J. Star / Flickr)

No início, muitas pessoas acham graça ao ver um filhote destruindo o chinelo, rosnando para o dono ou brincando de cabo de guerra. Contudo, segundo especialistas, o comportamento do dono nessa frase é crucial pois 99% dos problemas que estes tem com seus cães decorrem da falta de imposição de regras nos primeiros meses de vida.

Os especialistas explicam que o comportamento do animal se constrói enquanto ele ainda é filhote e que este é o momento ideal para eliminar maus-hábitos e alinhar seu comportamento, já que até os três meses de idade a memória canina é similar a uma folha em branco.

Confira os cinco erros mais comuns dos proprietários com seus filhotes e dicas para suas respectivas soluções:

1. Falta de um líder: Os cães, por natureza, são animais de matilha e essa, por sua vez, necessita de um líder. Se nenhum morador da casa assumir esse papel, o filhote o assumirá. Portanto, desde os primeiros meses o dono deve se impôr como líder e deixar claro quem comanda o território.

2. Receio de repreender o filhote: Logo nos primeiros dias de vida o filhote não possui experiência prévia para lhe indicar o que seja certo ou errado – o que pode e o que não pode -, por isso é o dono quem deverá ensiná-lo. Não repreendê-lo quando fizer algo incorreto, por exemplo, poderá acarretar problemas futuros. Repreender não significa maltratar, mas sim lhe apresentar uma situação indesejada como conseqüência do que ele fez, desestimulando sua repetição. Pronunciar uma palavra de repreensão em tom firme no momento em que o cão praticar a ação indesejada, como um ‘não!’ enérgico, é um exemplo.

3. Brincadeiras de morder: Dentre as inúmeras brincadeiras que se faz com um cão, muitas pessoas dão a mão para que o filhote brinque de mordê-la, resultando em pequenos cortes e arranhões. A brincadeira, engraçada no início, pode trazer uma série de problemas sociais quando o cão estiver adulto, pois se ele aprende que é permitido morder, provavelmente utilizará dentadas freqüentemente ao longo de sua vida. Para corrigi-lo, pode-se usar uma técnica que consiste em colocar o polegar na língua do cachorro e pressionar até que ele tente empurrá-lo para fora de sua boca. Essa técnica deve ser feita de modo rápido e somente no ato da mordida (jamais deve-se utilizá-la como maneira preventiva). Não se deve esquecer de sempre utilizar a palavra de repreensão enquanto aplica a correção e de não permitir que nenhum outro membro da família ou amigos deixe-se morder. Brinquedos próprios para cães são uma alternativa para suprir esta necessidade.

Muitas pessoas dão a mão para que o filhote brinque de mordê-la… A brincadeira, engraçada no início, pode trazer uma série de problemas sociais quando o cão estiver adulto

4. Falta de controle nos passeios: Para muitas pessoas a hora do passeio é sinônimo de confusão, pois enquanto o dono vai para um lado, o cão puxa para o outro, seja buscando postes, outros animais ou mesmo correndo atrás de carros e motos. Primeiramente só se deve passear na rua com o cão após ele ter tomado todas as vacinas, enquanto isso, segundo comportamentalistas, pode-se acostumá-lo com a coleira folgada algumas horas por dia, dentro de casa. A partir do momento em que o animal puder passear em locais públicos, e o ideal é fazê-lo diariamente, deve-se aumentar o tempo dos passeios de forma gradativa. Sempre que for sair de casa para dar uma volta, a orientação é, primeiramente, colocar guia e coleira adequada ao tamanho do cachorro, posicioná-lo do lado esquerdo e começar a andar levando o cão ao lado. Todas as vezes que ele puxar a guia ou travar deve ser repreendido com as palavras de repreensão e um puxão. Quando o cão andar junto e sem puxar, o dono deve elogiar o animal com palavras ou petiscos, manter a guia folgada e dar comandos que indiquem sincronismo, como, por exemplo, ‘junto!’.

5. Isolamento na hora das refeições: A maioria das pessoas coloca ração para o filhote no pote e sai para fazer outras coisas, deixando-o se alimentar sozinho. Desse modo, o cão aprende que a hora da refeição deve ser um momento solitário e pode reagir agressivamente todas as vezes em que está comendo e alguém chega perto dele ou do próprio pote de ração. Uma dica para evitar essa agressividade desde os primeiros dias de vida é sempre que possível ficar próximo ao filhote durante as refeições, acariciando seu pêlo e colocando a mão no pote de ração do animal enquanto ele se alimenta. Isso fará com que o cão se acostume com a presença humana durante sua alimentação e evitará que, futuramente, o animal avance nas pessoas na hora da comida ou se torne agressivo quando, por algum motivo, o dono precisar manusear seu pote de ração. Caso o filhote rosne ou morda o dono durante esse exercício, é importante que haja repreensão no mesmo instante e até mesmo, se necessário, a retirada da comida. Restabelecida a calma, o proprietário pode devolver o pote para dar continuidade à refeição. Segundo especialistas, essa atitude é fundamental para o cãozinho aprender que o dono é o líder e pode manusear ou simplesmente retirar o alimento a qualquer hora.

Mesmo com essas dicas, é de suma importância que você procure um médico veterinário para realizar um acompanhamento pediátrico com seu filhote. Só assim você garantirá orientação profissional correta, vermifugação e vacinação em dia.

Calçado ou não? Eis a questão

By Dog Dicas on 11 de outubro de 2010

Sapatos para cães; benefício ou futilidade? (foto: miss kAz)

Com o crescimento da indústria da moda e a exigência cada vez maior do público consumidor de produtos para animais de estimação, o Brasil é responsável por movimentar, anualmente, mais US$ 10 bilhões no mercado pet, que inclui alimentos, medicamentos, higiene, estética, centros de adestramento e hotéis para atender cerca de 48 milhões de animais de estimação.

Com tudo isso, usar calçados no dia-a-dia já deixou, há tempos, de ser exclusividade dos seres humanos. Botas, tênis e até mesmo sandálias de todas as cores e marcas para cães podem ser facilmente encontradas em lojas especializadas em venda de produtos para o mundo pet. Mas a questão é: será que os sapatos para cães incomodam ou prejudicam o cachorro de alguma forma?

Especialistas apontam que, como tudo na vida, os sapatos para cães têm seu lado positivo e negativo. Dentre as vantagens, pode-se citar a higiene (já que, ao chegar em casa, os cães estão com as patas limpas, uma vez que estavam dentro dos calçados) e a proteção das patas contra queimaduras e eventuais machucados causados por espinhos, vidros e outros tipos de materiais.

Contudo, há profissionais que combatem veementemente o uso de tais acessórios, alegando que esta não é a condição natural do cão, que são desconfortáveis e ainda podem prejudicar sua postura e equilíbrio. Além disso, uma das desvantagens é que, se usado freqüentemente, os sapatos podem impedir que o cachorro lixe naturalmente suas unhas ao caminhar resultando em unhas grandes demais. Um inconveniente para o cão e seu dono.

Mesmo assim, os donos que querem calçar seus cães devem procurar seguir algumas dicas:

  • Acostume os cães a usarem sapatos desde filhotes para que, futuramente, não tentem retirá-los;
  • Observe se o calçado é confortável e anatômico;
  • Preste atenção ao tamanho da pata do seu cão: calçados apertados ou grandes demais incomodam e podem acabar machucando as patas;
  • Utilize o calçado durante o passeio, deixando-o com as patas livres quando estiver dentro de casa, pois o uso por muitas horas pode ser prejudicial ao animal. Lembre-se de que esta não é a sua condição natural.

Os sapatos para cães podem ser adquiridos por, em média, 60 reais em lojas do setor.

Um outra boa idéia é acompanhar as novidades em eventos como a Pet Fashion Week que sempre trazem novidades e tendências no ramo de animais de estimação.

Creche para cães: a solução para pais ocupados e filhos solitários

By Dog Dicas on 11 de outubro de 2010

Creche para cães
Comum na Europa e nos Estados Unidos as creches para cães conquistam os brasileiros (foto: Julián Rodriguez Orihuela / Flickr)

Você sai de casa e ele fica olhando com aquele ar de tristeza ou ansiedade. E apesar de não querer deixar seu cão sozinho sozinho, você não tem escolha, pois precisa trabalhar.

A nossa dica é para você que vive uma situação semelhante: Preparar todas as manhãs uma lancheira, uma bolsa com roupas e esperar o transporte ‘escolar’ chegar já faz parte do cotidiano de donos de cães que trabalham fora e não querem deixar seu melhor amigo sozinho em casa o dia inteiro.

Com origem na Europa e nos Estados Unidos, o serviço de creches para cães, também conhecido como Day Care, já faz parte da realidade de milhares de brasileiros.

O Day Care funciona como uma escola infantil. Um espaço com horários de entrada e saída definidos, monitores, brinquedoteca, local de descanso com almofadas, recreação, banho, escovação de pêlos e dentes, exercícios, piscina e, até mesmo, transporte que busca e deixa o cão em casa.

Nas creches, cães convivem com outros cães (foto: jumping lab)

No primeiro dia de ‘aula’ o proprietário acompanha o cão até a creche para que seja feita a verificação das vacinas e do controle de pulgas e carrapatos do animal, assim como a avaliação de seu temperamento e comportamento em grupo. A separação de cães de diferentes tamanhos varia de creche para creche, assim como a idade mínima para efetuar a matrícula. Mas todas as raças de cães podem frequentar o serviço.

Na maioria das creches o horário de permanência do cão é integral e, para adequar ao horário de trabalho dos donos, existem dois horários de entrada e saída. Caso o proprietário não apareça até o fim do expediente, cobra-se o serviço de hospedagem ou uma diária proporcional, dependendo da creche.

A mensalidade varia de acordo com a quantidade de dias da semana contratados e do local, mas pode-se ter uma base considerando-se 1 salário mínimo por mês para uma freqüência de segunda a sexta-feira e R$ 50,00 para diárias avulsas (exceto feriados e finais de semana). Além disso, o serviço de transporte costuma ser cobrado à parte e o preço também varia.

Além da companhia permanente e das atividades físicas diárias, outra vantagem das creches é ensinar o seu animal a conviver diariamente, de maneira satisfatória, com outros cães, diminuindo assim a agressividade, timidez, medo, tédio e mau comportamento, característicos de cães que crescem isolados.

Para tranqüilizar os proprietários, muitas creches já oferecem uma novidade: o serviço de webcam ao vivo. Os cães podem ser acompanhados por seus ‘pais’, em tempo real, pelo computador, garantindo que o animal está sendo bem cuidado em um ambiente seguro e agradável.

Dica importante
Antes de matricular seu cão numa creche é importante que você faça uma visita ao local e observe os seguintes fatores:

  • Segurança, controle epidemiológico e higiênico do local;
  • Profissionais experientes, treinados e que realmente gostem de cães;
  • Assistência veterinária;
  • Permanência integral dos animais soltos, mas com supervisão;
  • Áreas livres e espaçosas com brinquedos e estruturas em boas condições para recreação e descanso dos animais;
  • Condições e tratamento dos cães no momento da sua visita.

Correr com seu cão: Alguns bons motivos para isso

By Dog Dicas on 16 de novembro de 2009

Cães de corrida
Correr com seu cão ajuda a dar vazão à agressividade  (foto: Liang Liao)

A cada dia, mais pessoas aderem à prática de jogging (ou cooper), que consiste em correr num ritmo moderado e regular. Com o aumento de praticantes, houve também um aumento no número de pessoas que levam seus cães como acompanhantes em suas corridas diárias.

Além de companhia, essa combinação traz diversos outros benefícios, tanto para você, quanto para o seu cão. Existe até uma modalidade oficial famosa, conhecida como Canicross, em que corredores e seus respectivos cães, correm juntos, unidos por uma espécie de coleira presa ao cachorro e à cintura do dono.

Se você gosta de correr, mesmo que eventualmente, conheça alguns bons motivos para levar seu cão com você:

  1. Ter um cão ao seu lado pode deixar a corrida mais prazerosa e menos maçante.
  2. É uma ótima maneira de combater a obesidade (para ambos).
  3. Seu cão não se importa com o que você está vestindo. Ele quer apenas sair com você.
  4. É um bom método para seu cão dar vazão àquela energia acumulada, que muitas vezes aparece em forma de agressividade.
  5. Para o seu cão nunca será tarde demais ou cedo demais para se exercitar. Ele sempre estará pronto para lhe acompanhar.
  6. Assim como as pessoas, cães se desenvolvem com exercícios. O exercício físico regular torna os cães mais felizes, mais saudáveis e mais fortes.
  7. Vai tirá-lo da rotina.
  8. Cães não perdem tempo falando. Eles não querem parar e conversar no meio da corrida. Eles não se importam com quem disse o quê ou a quem. Eles irão, no máximo, querer saber quem fez xixi aonde.
  9. Você não precisa comprar roupa, calçado, ou um iPod para o seu cão correr com você.
  10. É uma excelente oportunidade de socializar seu cachorro, de proporcionar-lhe vivência em novos ambientes e situações e vê-lo em ação nesses lugares.
  11. O entusiasmo de um cão ao ar livre é contagiante. Quando você vir o seu cão correr em campo aberto com o vento na cara, língua para fora e o olhar de alegria desenfreada, sentirá uma vontade incontrolável de se juntar a ele. E ele vai adorar!
  12. Corrida + cão + avistamento de pombos = TURBO!

Seu cão como parte da decoração

By Dog Dicas on 3 de novembro de 2009

Na casa da designer, os pets fazem parte da decoração (foto: Alessandra Okazaki)
Na casa da designer, os pets fazem parte da decoração (foto: Alessandra Okazaki)

Lugar de animal de estimação é no quintal, certo? Errado! Na casa da designer de interiores Maria Cláudia Stephanes, os pets podem andar livremente. Mais do que isso – eles fazem parte da decoração. Esse novo conceito de integração entre os bichos e os ambientes sofisticados transcende as paredes da casa da designer, e também é empregado por ela em seus projetos.

Na sua própria casa, Maria Cláudia privilegiou a mistura de estilos de móveis e objetos, imprimindo um ar contemporâneo e sofisticado à casa. Em meio a tudo isso, o Elvis, bulldog inglês da família, circula livremente. “Elvis se encaixou perfeitamente em nossa decoração. Sempre fiz questão do cachorro branco, por causa da predominância desta cor em minha casa. Quem nos visita diz que o Elvis se parece com uma obra de arte em mármore, tamanha sua interação com o ambiente”, conta Maria Cláudia. Se o branco do Elvis combina com a cor predominante da casa, os pássaros da espécie Lóris servem para colorir os ambientes.

Ao mesmo tempo em que os animais combinam com a casa, alguns elementos decorativos foram pensados para se adaptar a eles, afinal o Elvis solta pêlos brancos e os pássaros, às vezes, fazem sujeira. A solução encontrada por Maria Cláudia foi optar por tecidos laváveis e pisos mais fáceis de limpar. “Utilizamos no sofá uma camurça italiana lavável que está sempre com o aspecto de nova. Além disso, não utilizamos em nosso piso o carpet; e sim o mármore e a madeira, pois além de serem de fácil limpeza e antialérgicos, eles são mais higiênicos para quem possui animais dentro de casa”, explica Maria Cláudia.

Maria Cláudia e Elvis, seu Bulldog Inglês (foto: Alessandra Okazaki)
Maria Cláudia e Elvis, seu Bulldog Inglês (foto: Alessandra Okazaki)

Toda essa preocupação com os animais compensa? Maria Cláudia é taxativa “o Elvis foi um presente para nossa família, ele não nos dá nenhum trabalho, mas sim muita alegria”. Para as crianças, a convivência é saudável, um dos filhos de Maria Cláudia, por exemplo, tinha muito medo de dormir sozinho, o que foi facilmente resolvido com a companhia do amigo cão a noite.

Sobre a designer
Com uma linguagem contemporânea, Maria Cláudia abusa das misturas: o novo e o antigo, as linhas retas combinadas com as orgânicas, o uso da tecnologia com a releitura de peças clássicas. “Procuro sempre ser eclética dentro de uma vanguarda que seja realista e que se identifique com o cliente”, explica.

“A partir do momento que o perfil do cliente é definido, assim como seu estilo de vida, começo um minucioso trabalho de concepção. Minha proposta é realizar projetos esteticamente agradáveis, inovadores, acolhedores e, ao mesmo tempo, funcionais”, conclui Maria Cláudia.

3 regras para a escolha do nome do seu cão

By Dog Dicas on 19 de outubro de 2009

Filhote cachorro
O nome de um cão será pronunciado cerca de 35.000 vezes ao longo da vida (foto: Hungriger Hugo / Flickr)

Esqueça qualquer palavra de comando. A palavra mais importante na vida do seu cão é o seu próprio nome.

Dentre os vários sons emitidos por nós, o nome é o código fonético único, utilizado para identificar o alerta da sua atenção. Seu cão será capaz de detectar sua pronúncia, mesmo em meio aos mais diversos ruídos e sons. E isso será importante, pois você dirá seu nome várias vezes.

Ao longo da vida, um cão é chamado aproximadamente 35.000 vezes. Pense nisso quando for escolher um nome para ele. Você gostaria de ser chamado de ‘Fofucho’ por mais de 10 anos?

Então seguem aqui, 3 regras fundamentais para a escolha de um bom nome.

1. Escolha um nome curto (uma ou duas sílabas)

Um nome curto é mais fácil para o seu cão aprender e lembrar. Quanto mais curto o nome, mais fácil a resposta do seu cachorro. Nomes como ‘Skip’ ou ‘Rock’ são uma boa escolha. São simples, curtos e fáceis para seu cão reconhecer.

Porém se você prefere um nome um pouco maior, vá em frente. Mas evite a todo custo nomes com mais de 3 sílabas. Lembre-se ‘Worcestershire’ pode parecer imponente, mas além de longo e difícil, fará você perder um tempo enorme e valioso até conseguir pronunciá-lo, dando muita margem para dispersão.

2. Não utilize um nome que se pareça com palavras de repreensão

Um cão reconhece seu nome pelo final da palavra. Então se o nome do seu cão for ‘Anão’, ‘João’ ou ‘Tião’, a confusão com a palavra ‘não’ será inevitável. Assim, seu cão associará o chamado do seu nome a uma situação de negação, tensão ou impedimento. O que não é bom.

Também é necessário cuidado com nomes que se pareçam com comandos, como por exemplo ‘senta’, ‘deita’, ‘pega’, etc. Ou ainda, com palavras muito comuns, o que fará seu cão perder o estalo da resposta pela quantidade de vezes em que o som do seu nome foi emitido em vão.

3. Não utilize um nome que ridicularize o seu cão

Não faça as pessoas julgarem seu cão. Alguns proprietários não consideram a importância dessa regra. Mas se as pessoas ouvirem você chamar o seu cão pelo nome de ‘Boboca’, imediatamente farão um julgamento inconsciente sobre a personalidade dele. E apesar do cão não entender o significado da palavra ‘Boboca’, certamente entenderá o sentimento de ridicularização sobre ele.

Lembre-se: É preciso que além de entendê-lo como um chamado particular, o cão goste do seu nome e das consequências de sua pronúncia.

Depois de ter escolhido o nome, uma boa dica é testá-lo. Experimente-o por um dia ou dois. Você saberá imediatamente se é um nome sustentável, ou não.

Pulgas, um pouco sobre o inimigo

By Dog Dicas on 12 de outubro de 2009

Parasitas que se alimentam do sangue do hospedeiro, as pulgas já foram listadas em cerca de 2 mil espécies, sendo quatro delas mais comuns na área urbana: a do cão, a do gato, a do rato e a do homem. Ironicamente é a Ctenocephalides felis – a pulga de gato – a responsável por mais de 90% dos casos com cães.

Microscopia eletrônica de uma pulga (foto: reprodução / Wikipedia)
Microscopia eletrônica de uma pulga (foto: reprodução / Wikipedia)

Uma pulga salta até 30 cm de altura e tem uma espantosa velocidade de reprodução. Isso faz do combate à elas, uma guerra. Eliminar as que estão no corpo do animal não resolve o problema pois 95% estão espalhadas pelo ambiente em forma de larvas, ovos e pupas.

Ao caírem no chão, os ovos da pulga eclodem em até 10 dias, de onde saem larvas que entram nos carpetes, cobertores e pisos, se alimentando de restos orgânicos e fezes de pulgas adultas.

Entre 5 e 11 dias formam um casulo e em condições de temperatura e umidade adequadas, se transformam em pulgas adultas em apenas 5 dias (elas aguentam até 140 dias no casulo).

O ciclo de vida de uma pulga se completa em 3 a 4 semanas, com pulgas vivendo no animal por mais de 3 meses. Cada fêmea produz em média 20 ovos por dia durante 21 dias seguidos (420 ovos!).

Se este ciclo não é interrompido, torna-se uma séria ameaça à saúde, podendo causar dermatites, anemia, peste bubônica, stress, alergias e outros males. Se ingeridas acidentalmente, levam para o intestino a forma infectante do Dipylidium caninum, verme semelhante à Tênia (‘solitária’ do homem).

Felizmente, existe um verdadeiro arsenal disponível para quem precisa matar ou repelir pulgas, dependendo do grau de infestação, dos tipos de ambientes, número e condições dos animais, etc. Em todos os casos, a consulta ao seu médico veterinário é fundamental.

Lembre-se que a melhor profilaxia é manter o cão em boas condições de saúde.


Com colaboração de Breno Corrêa

Lassie – a Collie popstar

By Dog Dicas on 6 de outubro de 2009

Lassie
Lassie, em filmagens na Flórida para a série de TV em 1965 (foto: State Archive of Florida)

Lassie é o personagem canino que mais fez sucesso na mídia em todo mundo. Para quem não sabe, se tratava de uma carismática e inteligente collie, que salvava a todos do perigo. Lassie foi criada pelo autor anglo-britânico Eric Knight no conto ‘Lassie Come-Home’, publicado no Saturday Evening Post em 1938 e como romance em 1940 (no Brasil, ‘A força do coração’).

Na estória, um menino possui uma collie excepcionalmente bela e leal, mas que é vendida a um nobre quando a família enfrenta graves dificuldades econômicas. Ambos sofrem com a separação, acentuada quando o novo proprietário a leva para centenas de quilômetros de distância. Mas Lassie consegue escapar e volta para o menino.

O livro foi adaptado para o cinema em 1943 e co-estrelado por Roddy McDowall e Elizabeth Taylor, respectivamente com quinze e nove anos de idade. O filme foi um sucesso e teve uma resposta favorável da crítica, o que fez a MGM produzir, nos anos seguintes, novos filmes com Lassie.

Na TV sua carreira teve início em 1954 em uma série no canal CBS (EUA), mas ao contrário do livro e dos filmes criados na Grã-Bretanha, a série de televisão norte-americana trouxe Lassie para uma fazenda nos Estados Unidos dividindo a cena com mais de uma criança. Posteriormente com trabalhadores florestais adultos e, finalmente, com crianças de um lar para crianças com problemas.

A série durou até 1974 com a marca de 588 episódios e ganhou dois prêmios Emmy. Mas as aparições de Lassie continuaram em filmes, séries, livros e comerciais por mais de 50 anos.

O primeiro cão a estrelar o papel de Lassie foi “Pal”, um collie treinado pelo Studio Dog Training School (posteriormente por Frank Freeman, futuro treinador de Benji).

Curiosamente, todos os cães que interpretaram Lassie eram machos. Na verdade, Lassie personagem nunca foi representada por uma fêmea. Os estúdios alegavam que a fêmea perde seu manto uma vez por ano e que o tamanho maior do macho era mais adequado para dividir as cenas com atores infantis.

Para perpetuar o porte e a pelagem de Lassie, Pal foi criado com fêmeas selecionadas e o uso de um cão da linhagem direta de Pal para interpretar a heróica collie é uma exigência dos fãs. Além de Pal, oito gerações de seus descendentes também interpretaram Lassie.

Algumas curiosidades sobre Lassie:

  • O desenho das labaredas e do grande avental branco do manto são registrados juridicamente;
  • Lassie é um dos três animais com uma estrela na calçada da Fama – ao lado de Rin Tin Tin e Strongheart. Além disso foi eleita o animal mais popular do cinema com 54% dos votos contra 22% do porquinho Baby e 11% da coruja Hedwig, de Harry Potter;
  • Em 2005 um remake do original ‘Lassie Come Home’ foi produzido no Reino Unido com Peter O’Toole e Samantha Morton;
  • Lassie continua a fazer aparições pessoais, bem como possui uma linha de comercialização de alimentos para animais e um programa de TV chamado “Lassie’s Pet Vet”, nos Estados Unidos.

Enterrando ossos

By Dog Dicas on 28 de setembro de 2009

Cão enterrando ossos
Cão com osso – um comportamento ancestral (foto: Carrie Cizauskas)

Apesar da domesticação, o cão continua a ser o mesmo carnívoro que seus parentes selvagens (lobos e chacais) são, conservando diversos instintos de seus ancestrais, como enterrar ossos quando saciados. Os lobos pegavam a presa, comiam parte dela e depois enterravam o que restava para se alimentar novamente quando sentissem fome.

Dos alimentos enterrados, eles ainda retiravam nutrientes para o seu crescimento e manutenção, pois ossos e cartilagens possuem cálcio, mineral necessário para a formação dos dentes, ossificação, crescimento, atividade muscular, reprodução, etc.

Os cães domésticos não enterram mais comida, mas ainda escondem e enterram seus ossos e pertences. Isso pode ser visto também quando eles guardam seus objetos pessoais, como brinquedos e roupas.

Embora seja natural para o cão enterrar ossos, muitos proprietários não o permitem já que em alguns casos isso danifica seu jardim, ou área de lazer, além de aumentar a agressividade do cão na proteção do local onde os escondeu. Uma criança, por exemplo, pode ser atacada simplesmente por chegar próximo a área protegida.

Uma dica para quem quer preservar o seu jardim: se seu cachorro adora fazer buracos para enterrar ossos ou se refrescar, construa um pequeno tanque de areia em uma parte isolada. Assim ele pode cavar a vontade sem acabar com a sua grama.

Você sabe o que é um pedigree?

By Dog Dicas on 23 de setembro de 2009

Pedigree
Modelo de pedigree emitido pela CBKC – o pedigree é a única garantia de que seu cão pertence a uma determinada linhagem (foto: José Reynaldo da Fonseca)

Pedigree é o certificado de registro (CR) de um animal doméstico, que apresenta suas características genéticas básicas de acordo com a raça, variedade e pelagem (cor e tipo) além da árvore genealógica do animal até a terceira geração.

A palavra pedigree originou-se do francês antigo ‘pied de grue’ (pé de grou), pois o grou deixa uma pegada com três traços para frente e um para trás, semelhante a composição dos genealogistas para representar um registro de ancestralidade nos livros de linhagem.

Inicialmente o pedigree era usado para definir a genealogia de seres humanos, mas a partir de 1.608 começou a ser utilizado para registrar a linhagem de animais.

Atualmente o pedigree é a única garantia de que seu cão pertence a uma determinada linhagem, onde deverão ser registrados seus títulos (se houver), ascendência, linha de sangue ou de criação e demais características. Ele é o documento que deverá ser consultado quando você desejar cruzar seu cão, pois evitará consanguinidade. Além disso, para participação em exposições, o pedigree é obrigatório.

Cães com pedigree são mais caros, porém o pedigree custa muito menos do que alguns maus criadores divulgam e atualmente, para um filhote registrado até noventa (90) dias, o preço está em torno de R$ 30,00 (trinta reais).

Para obter um pedigree é necessário que os pais também o tenham e que o dono da fêmea possua um canil registrado. O documento também serve como título de propriedade.

Para mais informações sobre pedigree e como obtê-lo, entre em contato com a CBKC (Confederação Brasileira de Cinofilia).

Tributo a um cão

By Dog Dicas on 24 de agosto de 2009

Monumento George G. Vest
Monumento em homenagem a George G. Vest, construído em 1958, em frente ao tribunal do Condado de Johnson, na cidade de Warrensburg, Missouri, Estados Unidos (foto: reprodução / Wikipedia)

“O mais altruísta dos amigos que um homem pode ter neste mundo egoísta, aquele que nunca o abandona e nunca mostra ingratidão ou deslealdade é o cão.”

“Senhores jurados, o cão permanece com seu dono na prosperidade e na pobreza, na saúde e na doença. Ele dormirá no chão frio, onde os ventos invernais sopram e a neve se lança impetuosamente. Quando só ele estiver ao lado de seu dono, ele beijará a mão que não tem alimento a oferecer, ele lamberá as feridas e as dores que aparecem nos encontros com a violência do mundo. Ele guarda o sono de seu pobre dono como se fosse um príncipe. Quando a riqueza desaparece e a reputação se despeça, ele é constante em seu amor como o Sol na sua jornada através do firmamento.

Se a fortuna arrasta o dono para o exílio, o desamparo e o desabrigo, o cão fiel pede o privilégio maior de acompanhá-lo contra o perigo, para lutar contra seus inimigos. E quando a última cena se apresenta, a morte o leva em seus braços e seu corpo é deixado na laje fria, não importa que todos os amigos sigam seu caminho: lá ao lado de sua sepultura se encontrará seu nobre cão, a cabeça entre as patas, os olhos tristes mas em atenta observação, fé e confiança mesmo à morte”.


Este tributo foi apresentado ao júri pelo ex-senador americano George G. Vest (então advogado), que representou o proprietário de um cão morto a tiros, propositalmente, pelo seu vizinho. O fato ocorreu a um século na cidade de Warrensburg, Missouri, Estados Unidos. O senador ganhou o caso e hoje existe um monumento do cão na cidade e seu discurso está escrito na entrada do tribunal de justiça.

Cães com olhos verdes nas fotos

By Dog Dicas on 12 de agosto de 2009

Cães com olhos coloridos - efeito flash
Cães com olhos coloridos – reflexo do flash (foto: Tony Alter / Flickr)

O fenômeno dos olhos coloridos dos cães nas fotos, que acontece também com outros animais, é similar ao que ocorre quando uma pessoa sai com os olhos vermelhos em uma fotografia. Ele acontece quando tiramos uma foto com flash em um local de baixa luminosidade.

Nos humanos a luz forte do flash penetra no balão ocular e se reflete na parede posterior do olho – que é intensamente irrigada por vasos sanguíneos – dando à luz refletida uma cor vermelho-alaranjada, proveniente da irrigação do sangue.

Nos animais, como o cachorro, existe uma membrana situada na parte interna do olho chamada tapetum lucidum, que impede a luz de atingir a area rica em sangue e age como um espelho, refletindo qualquer intensidade de luz e fazendo com que ela passe duas vezes pela retina. Esse processo permite que os animais enxerguem melhor do que nós em locais de pouca luminosidade pois dá a retina duas oportunidades de absorção da luz. É isso que provoca o fenômeno dos olhos brilhantes ao se iluminar o rosto de um cão com uma lanterna no escuro, por exemplo.

No momento do flash, uma das luzes refletidas pelo tapetum lucidum não é captada pelos receptores retinianos e se reflete para fora das pupilas. Como ele é brilhante, o brilho pode ter cores diferentes como verde, amarelo ou azul.

Como eviar esse efeito

Quem quiser tentar evitar este efeito, pode utilizar câmeras que tenham o mecanismo chamado de ‘redutor de olhos vermelhos’. Ele permite que o flash faça um pré-disparo retraindo a pupila antes do disparo oficial para não mostrar o reflexo.

Engenhoso, não?

Mas se você não possui esse tipo de câmera, você pode desviar ligeiramente os olhos do seu cão da lente. Talvez usando uma das mãos para chamar a atenção (apenas um pouco para a esquerda ou direita é suficiente). Ainda parecerá que eles estão olhando para a câmera, mas a luz não será refletida diretamente na lente.

Ou então, simplesmente mude o seu ângulo. Tire a foto de uma posição ligeiramente mais alta ou mais baixa. A foto ficará um pouco mais interessante também.

Cães e donos – pesquisas americanas

By Dog Dicas on 8 de agosto de 2009

  • 51% dos cães e gatos domésticos têm nomes humanos;
  • 70% dos donos de cães esperam que seu cachorro o alivie em momentos de depressão / tristeza, comparado com apenas 31% dos donos de gatos;
  • 27% dos donos de cães já tiraram fotos do seu animal com Papai Noel ou o Coelhinho da Páscoa;
  • 61% dos donos de cães dizem que cuidar de um cão satisfaz suas necessidades de ter um filho;
  • 48% das mulheres donas de cães contam mais com o afeto dos seus animais do que com o do seus maridos ou filhos.

São bernardo – salvadores sim, mas sem barril

By Dog Dicas on 5 de agosto de 2009

São Bernardo
São Bernardos não usavam barril (foto: Elaine Ashton / Flickr)

A imagem de salvador de viajantes dos cães são bernardo surgiu na Suíça em meados do século XVIII. Foi em Valais, na ‘Pousada do Grande São Bernardo‘, um monastério localizado num dos pontos mais altos das montanhas e passagem obrigatória para os viajantes que cruzavam os Alpes.

Os monges que adestravam os cães como auxiliares em trabalhos domésticos começaram a treiná-los também para guiar os viajantes e buscar vítimas soterradas por avalanches.

Apesar de realmente serem cães de salvamento (ou cães de resgate), os monges negam que qualquer São Bernardo tenha carregado barris em torno do pescoço (freqüentemente vistos nas ilustrações e desenhos animados). Eles acreditam que a origem da imagem do barril é fruto de pinturas da época, mantidas para os turistas. Em especial, uma de 1820 feita por Edwin Landseer

A estratégia de salvamento utilizada pelos São Bernardos envolvia até 4 animais simultaneamente: dois deitavam lado a lado com a pessoa para mantê-la aquecida e um terceiro lambia sua face, tentando reanimá-la, enquanto o quarto cão retornava ao monastério para buscar ajuda.

O mais conhecido desses cães chamava-se Barry, que salvou entre 40 e 100 pessoas durante sua vida.

Um monumento à Barry foi erguido e ele ainda pode ser visto, empalhado, no Museu de História Natural de Berna.

Quantos cães são necessários para trocar uma lâmpada?

By Dog Dicas on 2 de agosto de 2009

Golden Retriever:
O sol está brilhando, o dia mal começou, temos toda a vida pela frente e você está enfiado dentro de casa preocupado com uma lâmpada?

Border Collie:
Apenas um. Eu vou trocar a lâmpada, o interruptor e toda a fiação que estiver com problemas.

Dachshund:
Eu não consigo alcançar essa lâmpada idiota!

Beagle:
É mais confortável dormir no escuro.

Poodle Toy:
Deixa comigo, eu vou bater uma linha pro Border Collie e ele resolve tudo. Quando ele terminar de trocar a fiação, minhas unhas já vão ter secado.

Rottweiler:
Vai encarar? Vem me fazer trocar!

Old English Sheep Dog:
Lâmpada? Lamento, mas não estou vendo nenhuma lâmpada.

Pug:
Hm… dois. Ou talvez um. Não… pensando melhor, dois! Está bem assim?

Shi-tzu:
Meu bem, me poupe. Deixe a criadagem cuidar disso.

Labrador:
Eu, eu, eu, por favor! Deixa eu trocar a lâmpada! Posso? Posso? Hein?

Malamute do Alasca:
Deixa que o Border Collie troca. Enquanto isso, você pode me dar comida.

Cocker Spaniel:
Trocar lâmpada pra quê? Eu não preciso de luz pra fazer xixi no carpete.

Irish Wolfhound:
Será que não dá pra arrumar outro pra fazer isso? Estou de ressaca…

Greyhound:
Essa lâmpada não se mexe. Esquece!

Afghan Hound:
Lâmpada? Que lâmpada?

Bouvier:
Aquilo que eu acabei de comer era uma lâmpada?

Pastor Alemão:
Eu tomo conta da lâmpada enquanto você decide. Não cheguem perto!

Jack Russell Terrier:
Eu vou alcançar! Eu sei que vou conseguir alcançar! Só mais vinte pulos e ela vai ser minha, só minha!

Mastiff:
Não tenho medo de escuro.

Poodle Standard:
Eu treinei meus humanos para fazerem isso.

Basset Hound:
zzzZZZzzzZZZzzz…

Cães na guerra

By Dog Dicas on 29 de julho de 2009

Rexo
Rexo – cão militar ou MWD (foto: Beverly & Pack / Flickr)

 

  • Cães-de-guerra são relatados entre os egípcios, os sumérios e nos exércitos de Ciro e Alexandre Magno. Os romanos utilizavam cães em suas legiões, cobertos de couro e portando fogo em recipientes de bronze para incendiar acampamentos inimigos
  • No século XVI, na guerra franco-britânica, Henrique VIII utilizou mais de 500 cães contra Carlos V da França;
  • Os conquistadores usaram cães no aniquilamento dos impérios inca e asteca. Os índios dos EUA aproveitavam seus cães como sentinelas, na captura de invasores e como fonte de alimento;
  • Na 1ª Guerra Mundial foram utilizados 400.000 pastores alemães. A Alemanha os incorporava desde 1883 possuindo cerca de 6.000 no início da guerra (em clara vantagem contra os cerca de 250 cães sanitários da França) e anexou mais 35.000;
  • Na 2ª Guerra Mundial a Alemanha tinha 200.000 cães. Por não os possuírem, os EUA desenvolveram centros especiais de treinamento militar denominados K9 e treinaram cerca de 15.000 cães que participaram de batalhas na Europa e até na África;
  • A União Soviética utilizou 40.000 cães ‘suicidas’, armados com bombas para conter o avanço da divisão Panzer alemã;
  • Os pastores alemães, na Itália se destacaram como cães pára-quedistas;
  • Como muitas mensagens eram interceptadas, o yorkshire, levava bilhetes e ordens por túneis que só ele passava. Depois disso tiveram início o uso de ‘cães de ligação’ que, além de transportar uma mensagem na sua coleira, ainda levavam um pombo-correio no colete destinado à resposta;
  • As Forças Armadas Americanas classificaram como ‘heróis anônimos’ os 281 cães mortos na Guerra do Vietnã. Atualmente, o Exército tem 500 deles, muitos no Iraque onde mais de 130 mil soldados são ajudados por cães conhecidos como MWD (Military Working Dog), treinados para detectar explosivos.

O famoso caso do Hotel Amador, em Las Cruces

By Dog Dicas on 25 de julho de 2009

Hotel Amador, em Las Cruces - Novo México
Hotel Amador, em Las Cruces – Novo México (foto: Google Earth)

Viajando com seu cão, um homem escreveu antecipadamente ao Hotel Amador, em Las Cruces, no Estado do Novo México, para saber se podiam acomodar um hóspede ‘de quatro patas’.

Eis a resposta:

“Trabalhamos na indústria hoteleira há mais de 30 anos. Até agora nunca precisamos chamar a polícia para expulsar um cão que promovesse distúrbios até altas horas da noite. Até hoje nunca vimos um cão pôr fogo na roupa de cama por adormecer com um cigarro na mão. Nunca encontramos uma toalha ou um cobertor do hotel na mala de um cão, nem manchas deixadas nos móveis pelo fundo da garrafa de um cão.

É claro que aceitamos o seu cão.

PS: Se ele se responsabilizar pelo senhor, venha também”.

Spaniel – o que significa?

By Dog Dicas on 24 de julho de 2009

Cocker spaniel
Um english springer spaniel em ação (foto: Xan Latta / Flickr)

Os spaniels são um grupo de cães de caça de pêlo sedoso (liso ou ondulado) e longas orelhas. Sua função é, pelo faro, encontrar e ‘desalojar’ aves selvagens como patos, gansos, galinhas e codornas para que o caçador possa abatê-la em pleno vôo*.

Assim que o caçador abate a ave, sua tarefa passa a ser a de procurá-la e trazê-la de volta.

Na idade média os spaniels eram utilizados na falcoaria, desalojando a caça para que o falcão a abatesse. Com o invento das armas de fogo o falcão perdeu sua função, mas os spaniels não.

Não se sabe ao certo a origem da palavra ‘spaniel’. Alguns acreditam ser uma referência à Espanha (de fato há registros deles em toda Península Ibérica, porém, em datas anteriores ao nome ‘Espanha’). Outros acreditam ser uma referência à palavra celta ‘spain’, que quer dizer ‘coelho’, sugerindo uma alternativa à sua função.

Algumas raças de spaniels: cocker spaniel inglês, field spaniel, sussex spaniel, english water spaniel, cocker spaniel americano e springer spaniel inglês.

Spaniels são bastante inteligentes, afetuosos, e obedientes. Qualidades que combinadas com sua beleza, lhe tornam muito desejados como cães de companhia.


(*) Grupo de raças número 8, conforme reconhecimento da Fédération Cynologique Internationale (FCI), Clube Português de Canicultura (CPC) e Confederação Brasileira de Cinofilia (CBKC).

Terrier – o que significa?

By Dog Dicas on 22 de julho de 2009

Bull terrier
Terriers eram usados para caçar ratos sob a terra e competiam em eventos de extermínio (foto: me’nthedogs / Flickr)

Bravos, resistentes e com forte e energética personalidade. Terriers se refere a um grupo de raças de cães produzidos para caça e matança (diferente dos retrievers, que foram produzidos para a recuperação da caça abatida).

Sua origem remonta as ilhas britânicas onde eram usados para caçar raposas, fuinhas, e ratos sob a terra (a palavra terrier vem do Francês Médio ‘terrier’ e anteriormente do latim, ‘terra’), chegando a competir em eventos de extermínio de poços de ratos onde o cão mais rápido em matar os roedores vencia.

Existe o registro de uma bull terrier chamada Jenny Lind que foi desafiada a matar quinhentos ratos em menos de três horas. Ela completou o trabalho em uma hora e trinta e seis segundos (!).

Hoje, contudo, a maioria dos terriers são utilizados como cães de companhia. São leais e afetuosos com seus donos mas sua personalidade forte exige pulso firme.

Os terriers podem ser divididos em grupos de caça ou de trabalho, show terriers, toys (yorkshire) e fighting (bull terrier, pit bull terrier, etc).

Destaque para o terrier brasileiro, resultado da cruza entre cães europeus (trazidos para o Brasil pelos jovens que voltavam de seus estudos na Europa) e os cães nacionais.

Um cuidado adicional com ossos de couro

By Dog Dicas on 20 de julho de 2009

Osso de couro cachorro DogDicas
Ossos de couro trazem um perigo (foto: Alan Levine / Flick)

Ossos de couro são uma conhecida solução para o hábito de roer dos cães e também um brinquedo eficaz que pode distraí-lo por muito tempo. Além de direcionar seu comportamento, o osso de couro para cães também ajuda na limpeza dos dentes, na remoção do tártaro e da placa bacteriana. Porém é importante saber que existe um perigo:

Seu cão pode arrancar pedaços grandes dele, mas que ainda caibam em sua boca, e tentar engolí-los de uma só vez. Isso também pode acontecer no caso do osso roído ficar pequeno o suficiente para passar em sua garganta.

Pedaços como estes podem causar sérias obstruções gastrointestinais e até problemas mais sérios. Por isso, sempre que o pedaço arrancado, ou o osso inteiro, estiverem em um tamanho que caiba totalmente na boca do seu cão, jogue-o fora e compre um novo. Pelo bem do seu amigo.

O menor cachorro do mundo

By Dog Dicas on 19 de julho de 2009

Tweety Piolin o menor cão do mundo
Tweety Piolin nasceu em janeiro de 2019 (foto: divulgação)

O menor cachorro do mundo se chama Tweety Piolin, O Chihuahua. Pesando 170 gramas e medindo apenas 6,3 centímetros de altura, Tweety (proprietário Vanesa Semler), recebeu o título de Menor Cachorro do Mundo em 18 de julho de 2019, de acordo com a World Record Academy.

O relatório do veterinário Dr. Emir Sanchez do Centro Veterinario Salud Vital, diz:

“Exame físico e medição do paciente Tweety Piolin, saudável, seis meses e meio de idade, Chihuahua, aniversário 01/01/2019, pelagem comprida feminina, cor de chocolate e branco.

Medida 6,3 centímetros de altura e 6 centímetros de comprimento. Peso 170 gramas.

Espera-se que sua linhagem, que vem do titular do recorde anterior (Miracle Millys) continue produzindo os menores filhotes do mundo.

Poodles, em busca da caça… e das trufas

By Dog Dicas on 17 de julho de 2009

Poodle DogDicas
Poodles eram usados para caçar trufas (foto: Matthew Fournier / Unsplash)

O poodle é um dos cães mais procurados para companhia doméstica. Mas você sabia que devido ao seu excelente faro ele era usado para buscar aves abatidas na caça e localizar trufas (aqueles cogumelos que ficam alguns metros debaixo da terra)?

Além disso, a tosa tradicional em forma de bracelete nas pernas tem sua origem nas caçadas na neve, onde a maioria do pelo era tosado baixo para facilitar a natação. Juntas, pulmões, coração e rins eram mantidos com pelo alto para protegê-lo contra o frio.

Já o famoso pompom no fim do rabo seria uma espécie de “bandeira” para ser avistada pelos donos, durante seus mergulhos no fundo da água.

Hoje existem vários métodos de tosa para poodles, mas em competições apenas três tipos são aceitos: o “corte de filhote” (para cães com até um ano), o “corte continental” ou “corte de leão” (com a inconfundível juba) e a “tosa inglesa de sela” (com braceletes nas pernas).

A idade do seu cão

By Dog Dicas on 17 de julho de 2009

Você já deve ter ouvido que cada ano de vida de um cão equivale a sete anos de um ser humano. Pois esta afirmação não está correta. A análise da idade do cachorro, em termos de evolução de etapas da vida (juventude, maturidade, velhice, etc), depende de outros fatores além da passagem de tempo.

Raças grandes, por exemplo, vivem menos enquanto raças menores, vivem mais. Um yorkshire com 8 anos é um cão adulto (equivalente a um homem de 46 anos), enquanto um dogue alemão com a mesma idade já é um cão idoso (equivalente a um homem de 75 anos!).

Conhecer estas correlações nos ajuda a entender o comportamento dos nossos animais. Veja aqui uma interessante tabela com a equivalência (aproximada) entre a idade dos cães e a do homem.

Idade canina tabela
Tabela comparativa idade cães e humanos (foto: DogDicas)