Pet Fashion Week SP, segunda edição, já tem data marcada

By Dog Dicas on 30 de novembro de 2010

A segunda edição do Pet Fashion Week São Paulo (PFWSP), está marcada para 02 e 03 de abril de 2011 (Foto: Andre Penner/AP)

A segunda edição brasileira de um dos mais respeitados eventos americanos voltados para o mercado pet, o Pet Fashion Week São Paulo (PFWSP), já tem data marcada: 02 e 03 de abril de 2011.

Segundo um dos organizadores do evento, Rodrigo Rivellino, a primeira edição, que aconteceu em abril de 2010, foi sucesso de público (cerca de 5 mil visitantes) e mostrou o potencial dos consumidores do mercado pet no Brasil.

“Estamos muito satisfeitos com a repercussão e aceitação do primeiro evento e pretendemos que a Pet Fashion Week SP 2011 cresça 50% em área e números de expositores. Estamos preparando também uma agenda ainda mais intensa de atividades paralelas como concursos, exposições e desfiles”, afirma Rivellino.

Para a segunda edição do evento já estão confirmados um espaço de trade show com estandes de renomadas marcas nacionais e internacionais, exposições, concurso de tosa e três desfiles com transmissão live streaming (ao vivo na internet), sendo o último deles beneficente ao Instituto Cão Guia Brasil, ONG que treina cães guias que são doados a portadores de deficiência visual e que, atualmente, possui cerca de 6 mil pessoas na fila de espera.

Com edições anuais em New York e no Japão, o Pet Fashion Week é um evento criado há mais de 5 anos onde o público tem a oportunidade de se atualizar profissionalmente e conhecer os produtos e novidades de empresas e designers nos segmentos de moda, tosa e lifestyle.

Creche para cães: a solução para pais ocupados e filhos solitários

By Dog Dicas on 11 de outubro de 2010

Creche para cães
Comum na Europa e nos Estados Unidos as creches para cães conquistam os brasileiros (foto: Julián Rodriguez Orihuela / Flickr)

Você sai de casa e ele fica olhando com aquele ar de tristeza ou ansiedade. E apesar de não querer deixar seu cão sozinho sozinho, você não tem escolha, pois precisa trabalhar.

A nossa dica é para você que vive uma situação semelhante: Preparar todas as manhãs uma lancheira, uma bolsa com roupas e esperar o transporte ‘escolar’ chegar já faz parte do cotidiano de donos de cães que trabalham fora e não querem deixar seu melhor amigo sozinho em casa o dia inteiro.

Com origem na Europa e nos Estados Unidos, o serviço de creches para cães, também conhecido como Day Care, já faz parte da realidade de milhares de brasileiros.

O Day Care funciona como uma escola infantil. Um espaço com horários de entrada e saída definidos, monitores, brinquedoteca, local de descanso com almofadas, recreação, banho, escovação de pêlos e dentes, exercícios, piscina e, até mesmo, transporte que busca e deixa o cão em casa.

Nas creches, cães convivem com outros cães (foto: jumping lab)

No primeiro dia de ‘aula’ o proprietário acompanha o cão até a creche para que seja feita a verificação das vacinas e do controle de pulgas e carrapatos do animal, assim como a avaliação de seu temperamento e comportamento em grupo. A separação de cães de diferentes tamanhos varia de creche para creche, assim como a idade mínima para efetuar a matrícula. Mas todas as raças de cães podem frequentar o serviço.

Na maioria das creches o horário de permanência do cão é integral e, para adequar ao horário de trabalho dos donos, existem dois horários de entrada e saída. Caso o proprietário não apareça até o fim do expediente, cobra-se o serviço de hospedagem ou uma diária proporcional, dependendo da creche.

A mensalidade varia de acordo com a quantidade de dias da semana contratados e do local, mas pode-se ter uma base considerando-se 1 salário mínimo por mês para uma freqüência de segunda a sexta-feira e R$ 50,00 para diárias avulsas (exceto feriados e finais de semana). Além disso, o serviço de transporte costuma ser cobrado à parte e o preço também varia.

Além da companhia permanente e das atividades físicas diárias, outra vantagem das creches é ensinar o seu animal a conviver diariamente, de maneira satisfatória, com outros cães, diminuindo assim a agressividade, timidez, medo, tédio e mau comportamento, característicos de cães que crescem isolados.

Para tranqüilizar os proprietários, muitas creches já oferecem uma novidade: o serviço de webcam ao vivo. Os cães podem ser acompanhados por seus ‘pais’, em tempo real, pelo computador, garantindo que o animal está sendo bem cuidado em um ambiente seguro e agradável.

Dica importante
Antes de matricular seu cão numa creche é importante que você faça uma visita ao local e observe os seguintes fatores:

  • Segurança, controle epidemiológico e higiênico do local;
  • Profissionais experientes, treinados e que realmente gostem de cães;
  • Assistência veterinária;
  • Permanência integral dos animais soltos, mas com supervisão;
  • Áreas livres e espaçosas com brinquedos e estruturas em boas condições para recreação e descanso dos animais;
  • Condições e tratamento dos cães no momento da sua visita.

Viajando com seu cão de avião

By Fernanda Martins on 16 de novembro de 2009

TAM
As exigências para transporte de animais são diferentes em cada companhia aérea e se informar com antecedência ajuda a evitar surpresas (foto: Jorge Tiago / Flickr)

 

As férias estão chegando e você decide viajar com seu cão. Boa idéia! Porém logo surge uma pergunta: O que é preciso fazer para que tudo dê certo? Alguns cuidados e providências devem ser tomados para que a experiência da viagem seja boa, tanto para você quanto para o seu cão. Vamos às dicas:

Antes de qualquer coisa, certifique-se que o seu cão está em boas condições gerais de saúde e tenha atenção aos seguintes pontos:

  • As cadelas prenhes não podem viajar de avião (algumas companhias chegam a proibir o embarque);
  • Os cães idosos, por serem mais susceptíveis ao estresse, não devem fazer esse tipo de viagem, principalmente se tiverem algum problema de saúde, como problemas cardíacos, ou se não estiverem acostumados a viajar;
  • Filhotes são desaconselhados a viajar antes de completarem o calendário de vacinação pelo risco de contraírem alguma doença e pela exigência do comprovante de vacinação para o embarque;
  • Algumas raças com focinho achatado como pug, bulldog, boxer e shih tzu são mais propensas a terem falta de ar por causa da altitude devido à conformação anatômica das suas vias respiratórias – há casos de cães que morrem nas viagens;
  • Certifique-se sobre os riscos do cão contrair Dirofilaria (verme do coração) no local de destino e, se for o caso, faça a prevenção.

Ao escolher a companhia aérea é importante informar-se sobre as especificações para transporte de animais, pois cada companhia possui suas normas. Algumas permitem que cães com até 10 kg (peso do cão somado com a caixa de transporte) viajem na cabine junto com seu dono, outras só permitem que o cão viaje no compartimento de cargas. Apenas os cães-guia, chamados de animais de serviço, viajam sempre na cabine junto com o dono e algumas companhias nem mesmo exigem uso de focinheira, considerando o treinamento que esses cães têm. As companhias também fornecem as dimensões exatas que a caixa de transporte deve ter, de acordo com o peso do cão. Lembre-se de contatar a companhia aérea com antecedência para reservar o lugar do seu cão, pois há limite máximo de animais por vôo. Quanto ao tipo de vôo, a melhor opção é o vôo direto, sem escalas, principalmente se o cão for viajar com as cargas. Se isto ocorrer, evite os horários mais quentes do dia (em caso de verão) ou os mais frios (em caso de inverno).

A documentação exigida para o deslocamento de animais depende do destino. Para vôos dentro do território nacional, não é necessário GTA (Guia de Trânsito Animal) para cães e gatos. Exige-se apenas o atestado sanitário emitido por um médico veterinário registrado no Conselho Regional de Medicina Veterinária e a comprovação da vacinação contra a raiva, obrigatória para animais com mais de três meses de idade e que deve ter sido aplicada há mais de trinta dias e menos de um ano. A carteira de vacinação contra a raiva deve conter: o nome do laboratório fabricante da vacina, selo da vacina, número do lote ou partida, data de fabricação, data de aplicação e validade da vacina, e ainda carimbo e assinatura do médico veterinário. Para viajar, as vacinas dadas em campanhas de vacinação não são válidas, pois elas não possuem carimbo de um médico veterinário.

Quanto ao tipo de vôo, a melhor opção é o vôo direto, sem escalas, principalmente se o cão for viajar no porão

Para vôos internacionais é importante entrar em contato com o consulado do país de destino para informar-se sobre as exigências em relação à entrada de animais em seu território, uma vez que cada país possui suas próprias regras. Por exemplo, a Austrália é um dos países mais rigorosos quanto à entrada de animais, chegando até mesmo a proibir a entrada de animais provenientes do Brasil alegando não ser um país livre da raiva. Em contrapartida, o EUA é um dos países com menor rigidez quanto a entrada de animais. Para qualquer destino fora do Brasil é necessário um documento chamado CZI (Certificado Zoossanitário Internacional), emitido pelo Serviço Veterinário Oficial do país de origem, com o objetivo de garantir o cumprimento das condições sanitárias exigidas para o trânsito internacional de animais até o país de destino. O CZI é obtido na Unidade do Ministério da Agricultura situada no aeroporto e a documentação e vacinas exigidas variam de acordo com o país. Um detalhe importante é que, para a emissão do CZI, a validade do atestado sanitário dado pelo médico veterinário é de apenas 72 horas. Para mais informações acesse: www.agricultura.gov.br.

Na hora de adquirir a caixa de transporte, atente para o fato de que ela deve ser adequada ao tamanho e peso do cão e se enquadrar nas especificações fornecidas pelas companhias aéreas. Independentemente das dimensões, a caixa de transporte deve:

  • Ter tamanho suficiente para que o animal fique de pé e dê uma volta de 360°;
  • Não ser grande demais, para evitar que o cão seja jogado contra as paredes da caixa em caso de turbulência;
  • Ser feita de material que evite vazamentos de dejetos do animal;
  • Ter abertura em pelo menos três lados para permitir uma boa ventilação;
  • Ter alças fortes, pois a caixa será manipulada pelos funcionários da bagagem;
  • Ter locais fixos para água e comida.

Dica: O cão deve se acostumar com a caixa antes da viagem. Para isso, deixe que ele entre, saia, brinque e coma dentro da caixa. Depois, deixe que ele fique dentro da caixa fechada por curtos períodos ao longo do dia. Estes procedimentos de familiarização do cão com a caixa de transporte diminuirão seu estresse com a viagem e o farão considerar a caixa como um lugar seguro.

Com tudo pronto, chegou a hora do embarque. O que fazer para preparar seu cão para o vôo? Seguem as dicas:

  • O primeiro passo é a identificação do cão, feita através de uma coleira com todos os dados do proprietário, contatos e local de destino;
  • Deixe-o sem comer por pelo menos três horas antes do embarque, para evitar vômitos durante o vôo;
  • Ande com seu cão pelo tempo suficiente para que ele fique cansado e urine ou defeque, assim ele ficará mais relaxado durante a viagem;
  • Colocar dentro da caixa o brinquedo preferido dele, também algo que contenha o seu cheiro (pode ser uma peça de roupa) e uma almofada ou travesseiro;
  • Evite despedidas longas e demoradas, pois deixam o cão mais ansioso durante a viagem;
  • A sedação altera os reflexos e equilíbrio do animal, o que pode ser bastante prejudicial durante o vôo. Ela deve ser evitada e feita somente sob prescrição do médico veterinário, quando necessária.

Agora é só aproveitar.
Boa viagem!

Seu cão como parte da decoração

By Dog Dicas on 3 de novembro de 2009

Na casa da designer, os pets fazem parte da decoração (foto: Alessandra Okazaki)
Na casa da designer, os pets fazem parte da decoração (foto: Alessandra Okazaki)

Lugar de animal de estimação é no quintal, certo? Errado! Na casa da designer de interiores Maria Cláudia Stephanes, os pets podem andar livremente. Mais do que isso – eles fazem parte da decoração. Esse novo conceito de integração entre os bichos e os ambientes sofisticados transcende as paredes da casa da designer, e também é empregado por ela em seus projetos.

Na sua própria casa, Maria Cláudia privilegiou a mistura de estilos de móveis e objetos, imprimindo um ar contemporâneo e sofisticado à casa. Em meio a tudo isso, o Elvis, bulldog inglês da família, circula livremente. “Elvis se encaixou perfeitamente em nossa decoração. Sempre fiz questão do cachorro branco, por causa da predominância desta cor em minha casa. Quem nos visita diz que o Elvis se parece com uma obra de arte em mármore, tamanha sua interação com o ambiente”, conta Maria Cláudia. Se o branco do Elvis combina com a cor predominante da casa, os pássaros da espécie Lóris servem para colorir os ambientes.

Ao mesmo tempo em que os animais combinam com a casa, alguns elementos decorativos foram pensados para se adaptar a eles, afinal o Elvis solta pêlos brancos e os pássaros, às vezes, fazem sujeira. A solução encontrada por Maria Cláudia foi optar por tecidos laváveis e pisos mais fáceis de limpar. “Utilizamos no sofá uma camurça italiana lavável que está sempre com o aspecto de nova. Além disso, não utilizamos em nosso piso o carpet; e sim o mármore e a madeira, pois além de serem de fácil limpeza e antialérgicos, eles são mais higiênicos para quem possui animais dentro de casa”, explica Maria Cláudia.

Maria Cláudia e Elvis, seu Bulldog Inglês (foto: Alessandra Okazaki)
Maria Cláudia e Elvis, seu Bulldog Inglês (foto: Alessandra Okazaki)

Toda essa preocupação com os animais compensa? Maria Cláudia é taxativa “o Elvis foi um presente para nossa família, ele não nos dá nenhum trabalho, mas sim muita alegria”. Para as crianças, a convivência é saudável, um dos filhos de Maria Cláudia, por exemplo, tinha muito medo de dormir sozinho, o que foi facilmente resolvido com a companhia do amigo cão a noite.

Sobre a designer
Com uma linguagem contemporânea, Maria Cláudia abusa das misturas: o novo e o antigo, as linhas retas combinadas com as orgânicas, o uso da tecnologia com a releitura de peças clássicas. “Procuro sempre ser eclética dentro de uma vanguarda que seja realista e que se identifique com o cliente”, explica.

“A partir do momento que o perfil do cliente é definido, assim como seu estilo de vida, começo um minucioso trabalho de concepção. Minha proposta é realizar projetos esteticamente agradáveis, inovadores, acolhedores e, ao mesmo tempo, funcionais”, conclui Maria Cláudia.

Cães e donos – pesquisas americanas

By Dog Dicas on 8 de agosto de 2009

  • 51% dos cães e gatos domésticos têm nomes humanos;
  • 70% dos donos de cães esperam que seu cachorro o alivie em momentos de depressão / tristeza, comparado com apenas 31% dos donos de gatos;
  • 27% dos donos de cães já tiraram fotos do seu animal com Papai Noel ou o Coelhinho da Páscoa;
  • 61% dos donos de cães dizem que cuidar de um cão satisfaz suas necessidades de ter um filho;
  • 48% das mulheres donas de cães contam mais com o afeto dos seus animais do que com o do seus maridos ou filhos.