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	<title>DogDicas</title>
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	<description>A DogDicas é uma revista online e gratuita, sobre cães e o universo canino. Em nosso site são publicadas semanalmente, notícias, idéias e dicas para melhorar a vida e o relacionamento com seu cão, sempre através de uma leitura simples, rápida e agradável.</description>
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		<title>Cruzamento entre pais e filhotes</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 21:23:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[DogDicas Responde]]></category>
		<category><![CDATA[consanguinidade]]></category>
		<category><![CDATA[cruzamento]]></category>
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		<category><![CDATA[reprodução]]></category>

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		<description><![CDATA[O crescente problema da consanguinidade


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			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Tenho uma cadela Rottweiler e ela deu cria. Meus filhos estão querendo ficar com um filhote macho mas eu queria saber se quando ele ficar adulto poderá cruzar com a mãe dele e se não haverá problemas.</strong><br />
(Cinobelino Mendes Leal Neto &#8211; Teresina / PI)</p>
<p>Não há nenhum impedimento em ter mãe e filho juntos, porém não é recomendável que eles cruzem. Porque se houver cruzamento entre eles, ocorrerá consanguinidade, isto é, cruzamento entre parentes próximos: mãe e filho, pai e filha e entre irmãos. </p>
<p>Este tipo de cruzamento é bastante utilizado pelos criadores com o intuito de aperfeiçoamento das raças, mas ele também traz o grande problema do empobrecimento genético. Pois ao mesmo tempo que fixa qualidades desejáveis, também aumenta as chances de aparecimento de doenças, uma vez que ressalta características recessivas indesejáveis que estavam inaparentes. Ou seja, os genes “ruins” que determinavam a doença estavam encobertos por genes “bons”, que não deixavam que a doença aparecesse.</p>
<p>O mecanismo pelo qual essas doenças surgem, através da consangüinidade, é o seguinte: dois cães irmãos possuem um gene x (x pequeno) que determina uma certa doença. Porém esse gene x está encoberto por um gene X (x grande), que não permite o aparecimento da doença. Se cada um dos irmãos cruzar com um outro cão que não possua esse gene x, a doença não ocorrerá, porque certamente esse gene estará encoberto. Mas, se os irmãos cruzarem entre si, haverá 25% de chance de que os dois genes x se encontrem e de que essa doença ocorra. Logo, o cruzamento entre animais que não são parentes acrescenta genes novos à linhagem e diminui as chances de surgirem doenças hereditárias.</p>
<p>Uma pesquisa realizada pelo Imperial College de Londres mostrou que os cruzamentos entre cães com parentesco próximos são tão comuns em Pugs que os cerca de 10 mil animais registrados na Grã-Bretanha vêm de uma linhagem de apenas 50 indivíduos distintos. O professor de genética do University College of London, Steve Jones, alertou: “Isto é absolutamente insano do ponto de vista da saúde dos animais. Algumas raças estão pagando um preço terrível em termos de doenças genéticas”.</p>
<p>Muitas anormalidades podem ocorrer devido a esse tipo de cruzamento, desde alterações genéticas, como displasias e criptorquidismo (testículo localizado fora da bolsa escrotal), até doenças neurológicas, como epilepsia. É uma pena que muitos criadores se preocupem apenas com o aperfeiçoamento da raça em detrimento à saúde dos descendentes, muitas vezes gerando sofrimento nos animais, não só devido a doenças, mas também por exagero em algumas características. Um exemplo são alguns cães da raça Pug que simplesmente não respiram direito porque possuem focinhos extremamente achatados, prejudicando suas vias respiratórias; ou cadelas de raças mini, como Yorkshire Terrier e Poodle Toy, que por serem muito pequenas, não conseguem ter um parto natural e precisam de intervenção cirúrgica para conseguir dar a luz a seus filhotes.</p>
<p>Portanto, evite cruzar animais que possuem parentesco próximo. Se macho e fêmea parentes morarem no mesmo ambiente, retire o macho do local no período de cio da fêmea, porque os cães sempre tentarão encontrar um jeito de acasalar. Uma medida bem mais eficaz é esterilizá-los, pois dessa forma não haverá sustos. E se a intenção for acasalar os cães, procure um cão que não seja parente, assim haverá maiores chances de nascerem filhotes saudáveis. A variabilidade genética agradece!</p>


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		<title>O bocejo é contagioso para os cães</title>
		<link>http://dogdicas.com.br/curiosidades/o-bocejo-e-contagioso-para-os-caes</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 15:46:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[relação cão e dono]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo pesquisadores os cães bocejam com seus donos



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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_833" class="wp-caption alignleft" style="width: 200px"><img class="size-medium wp-image-833" title="Cão bocejando." src="http://dogdicas.com.br/midia/2009/11/bocejo-cao-200x147.jpg" alt="Os cães bocejam ao verem seus donos bocejarem (foto: Tim Lucas)" width="200" height="147" /><p class="wp-caption-text">Os cães bocejam ao verem seus donos bocejarem (foto: Tim Lucas)</p></div>
<p>Todo mundo sabe que bocejar perto de outra pessoa faz com que ela também boceje, não é mesmo? Mas você sabia que seu bocejo também faz seu cão bocejar?</p>
<p>Pesquisadores de Birkbeck College, da Universidade de Londres, fizeram um estudo onde sugeriram que os cães bocejam ao verem seus donos bocejarem e que este comportamento é um sinal de empatia dos cães com seus donos. Porém a razão que faz com que isto aconteça ainda não foi esclarecida.</p>
<p>No experimento, os pesquisadores criaram duas situações:</p>
<p>Na primeira, uma pessoa estranha ao cão sentava em frente a ele e o chamava pelo nome. Só após um primeiro contato visual o estranho bocejava.</p>
<p>Na segunda situação, repetia-se o mesmo procedimento, mas desta vez o estranho apenas abria e fechava a boca, sem bocejar. De acordo com cientista Atsushi Senju, esta foi uma preocupação para se certificar de que o cão não estava apenas respondendo ao abrir e fechar da boca.</p>
<p>Os resultados da pesquisa foram que, 21 dos 29 cães testados bocejaram logo após o estranho – em média 1,9 vez. Porém nenhum cão bocejou se o estranho não bocejasse.</p>
<p>&#8220;Cães têm uma capacidade especial de ler a comunicação humana. Respondem quando apontamos e quando sinalizamos&#8221;, disse Senju.</p>
<p>Para os pesquisadores, estes resultados são a primeira evidência de que cães têm capacidade de estabelecer empatia com humanos e que esta pode ser a explicação para a longa relação de parceria entre as duas espécies.</p>


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		<title>Viajando com seu cão de avião</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 22:01:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estilo de vida]]></category>
		<category><![CDATA[avião]]></category>
		<category><![CDATA[czi]]></category>
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		<category><![CDATA[viagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Cuidados e providências para que a experiência da viagem seja boa, tanto para você quanto para seu cachorro.


Sem artigos relacionados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_710" class="wp-caption alignright" style="width: 200px"><img class="size-medium wp-image-710" title="Turbina de avião." src="http://dogdicas.com.br/midia/2009/11/aviao-200x300.jpg" alt="As exigências para transporte de animais são diferentes em cada companhia aérea. Se informar com antecedência ajuda a evitar surpresas (foto: Juan Pablo Olmo)" width="200" height="300" /><p class="wp-caption-text">As exigências para transporte de animais são diferentes em cada companhia aérea. Se informar com antecedência ajuda a evitar surpresas (foto: Juan Pablo Olmo)</p></div>
<p>As férias estão chegando e você decide viajar com seu cão. Boa idéia! Porém logo surge uma pergunta: O que é preciso saber para que tudo dê certo? Alguns cuidados e providências devem ser tomados para que a experiência da viagem seja boa, tanto para você quanto para seu cão.</p>
<p>Antes de qualquer coisa, certifique-se que o seu cão está em boas condições de saúde. Além disso, seguem algumas observações:</p>
<ul>
<li><strong>As cadelas prenhes</strong> não podem viajar de avião (algumas companhias chegam a proibir o embarque);</li>
<li><strong>Os cães idosos</strong>, por serem mais susceptíveis ao estresse, não devem fazer esse tipo de viagem, principalmente se tiverem algum problema de saúde, como problemas cardíacos, ou se não estiverem acostumados a viajar;</li>
<li><strong>Filhotes</strong> são desaconselhados a viajar antes de completarem o calendário de vacinação pelo risco de contraírem alguma doença e pela exigência do comprovante de vacinação para o embarque;</li>
<li><strong>Algumas raças com focinho achatado</strong> como pug, buldog, boxer e shih tzu são mais propensas a terem falta de ar por causa da altitude devido à conformação anatômica das suas vias respiratórias;</li>
<li><strong>Certifique-se sobre os riscos do cão contrair Dirofilaria</strong> (verme do coração) no local de destino e, se for o caso, faça a prevenção.</li>
</ul>
<p>Ao escolher a companhia aérea é importante informar-se sobre as especificações para transporte de animais, pois cada companhia possui suas normas. Algumas permitem que os cães com até 10 Kg (peso do cão mais da caixa de transporte) viajem na cabine junto com seu dono, outras só permitem que o cão viaje no porão. Apenas os cães-guia, chamados de animais de serviço, viajam sempre na cabine junto com o dono e algumas companhias nem mesmo exigem uso de focinheira, considerando o treinamento que esses cães têm. As companhias também fornecem as dimensões exatas que a caixa de transporte deve ter, de acordo com o peso do cão. Lembre-se de contatar a companhia aérea com antecedência para reservar o lugar do seu cão, pois há limite máximo de animais por vôo. Quanto ao tipo de vôo, a melhor opção é o vôo direto, sem escalas, principalmente se o cão for viajar no porão. Se isto for ocorrer, evite os horários mais quentes do dia (se for verão) ou os mais frios (se for inverno).</p>
<p>A documentação exigida para o deslocamento de animais depende do destino. Se for dentro do território nacional, não é necessário GTA (Guia de Trânsito Animal) para cães e gatos. Exige-se apenas o atestado sanitário emitido por um médico veterinário registrado no Conselho Regional de Medicina Veterinária e a comprovação da vacinação contra a raiva, obrigatória para animais com mais de três meses de idade e que deve ter sido aplicada há mais de trinta dias e menos de um ano. A carteira de vacinação contra a raiva deve conter: o nome do laboratório fabricante da vacina, selo da vacina, número do lote ou partida, data de fabricação, data de aplicação e validade da vacina, e ainda carimbo e assinatura do médico veterinário.  Para viajar, as vacinas dadas em campanhas de vacinação não são válidas, pois elas não possuem carimbo de um médico veterinário.</p>
<blockquote><p>Quanto ao tipo de vôo, a melhor opção é o vôo direto, sem escalas, principalmente se o cão for viajar no porão</p></blockquote>
<p>Se o destino da viagem for internacional, é importante entrar em contato com o consulado do país de destino para informar-se sobre as exigências em relação à entrada de animais em seu território, uma vez que cada país possui suas próprias regras. Por exemplo, a Austrália é um dos países mais rigorosos quanto à entrada de animais, chegando até mesmo a proibir a entrada de animais provenientes do Brasil alegando não ser um país livre da raiva. Em contrapartida, o EUA é um dos países com menor rigidez quanto à entrada de animais. Para qualquer destino fora do Brasil é necessário um documento chamado CZI (Certificado Zoossanitário Internacional), emitido pelo Serviço Veterinário Oficial do país de origem, com o objetivo de garantir o cumprimento das condições sanitárias exigidas para o trânsito internacional de animais até o país de destino. O CZI é obtido na Unidade do Ministério da Agricultura situada no aeroporto, e a documentação e as vacinas exigidas variam de acordo com o país. Um detalhe importante é que, para a emissão do CZI, a validade do atestado sanitário dado pelo médico veterinário é de apenas 72 horas. Para mais informações acesse: <a title="Ministério da Agricultura" href="http://www.agricultura.gov.br" target="_blank">www.agricultura.gov.br</a></p>
<p>Na hora de adquirir a caixa de transporte, atente para o fato de que ela deve ser adequada ao tamanho/peso do cão e se enquadrar nas especificações fornecidas pelas companhias aéreas. Independentemente das dimensões, a caixa de transporte deve:</p>
<ul>
<li>Ter tamanho suficiente para que o animal fique de pé e dê uma volta de 360°;</li>
<li>Não ser grande demais, para evitar que o cão seja jogado contra as paredes da caixa em caso de turbulência;</li>
<li>Ser feita de material que evite vazamentos de dejetos do animal;</li>
<li>Ter abertura em pelo menos três lados para permitir uma boa ventilação;</li>
<li>Ter alças fortes, pois a caixa será manipulada pelos funcionários da bagagem;</li>
<li>Ter locais fixos para água e comida.</li>
</ul>
<p>O cão deve se acostumar com a caixa antes da viagem. Para isso, deixe que ele entre, saia, brinque e coma dentro da caixa. Depois, deixe que ele fique dentro da caixa fechada por curtos períodos ao longo do dia. Estes procedimentos de familiarização do cão com a caixa de transporte diminuirão seu estresse com a viagem.</p>
<p>Com tudo pronto, chegou a hora do embarque. O que fazer para preparar seu cão para o vôo? Seguem algumas dicas:</p>
<ul>
<li>O primeiro passo é a identificação do cão, feita através de uma coleira com todos os dados do proprietário, contatos e local de destino;</li>
<li>Deixe-o sem comer por pelo menos três horas antes do embarque, para evitar vômitos durante o vôo;</li>
<li>Ande com seu cão pelo tempo suficiente para que ele fique cansado e urine ou defeque, assim ele ficará mais relaxado durante a viagem;</li>
<li>Colocar dentro da caixa o brinquedo preferido dele, também algo que contenha o seu cheiro (pode ser uma peça de roupa) e uma almofada ou travesseiro;</li>
<li>Evite despedidas longas e demoradas, pois deixam o cão mais ansioso durante a viagem;</li>
<li>A sedação altera os reflexos e equilíbrio do animal, o que pode ser bastante prejudicial durante o vôo. Ela deve ser evitada e feita somente sob prescrição do médico veterinário.</li>
</ul>
<p>Agora é só aproveitar.<br />
Boa viagem!</p>


<p>Sem artigos relacionados.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Correr com seu cão: Alguns bons motivos para isso</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 22:00:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>DogDicas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atividades]]></category>
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		<description><![CDATA[Além da companhia, ter seu cão como parceiro de corridas tem diversas outras vantagens. Saiba quais são.


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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_764" class="wp-caption alignleft" style="width: 200px"><img class="size-medium wp-image-764" title="Cães de corrida." src="http://dogdicas.com.br/midia/2009/11/caes-de-corrida-200x201.jpg" alt="Correr com seu cão ajuda a dar vazão à agressividade (foto: Liang Liao)" width="200" height="201" /><p class="wp-caption-text">Correr com seu cão ajuda a dar vazão à agressividade (foto: Liang Liao)</p></div>
<p>A cada dia, mais pessoas aderem à prática de jogging (ou cooper), que consiste em correr num ritmo moderado e regular. Com o aumento de praticantes, houve também um aumento no número de pessoas que levam seus cães como acompanhantes em suas corridas diárias.</p>
<p>Além de companhia, essa combinação traz diversos outros benefícios, tanto para você, quanto para o seu cão. Na Inglaterra já existe até uma modalidade oficial famosa, conhecida como <a title="Google: Canicross" href="http://www.google.com.br/#hl=pt-BR&amp;ei=LLUBS4vdO8izlAehlJ2HCw&amp;sa=X&amp;oi=spell&amp;resnum=0&amp;ct=result&amp;cd=1&amp;ved=0CAYQBSgA&amp;q=canicross&amp;spell=1&amp;fp=7a5f8415ec643837" target="_blank">Canicross</a>, em que corredores e seus respectivos cães, correm juntos, unidos por uma espécie de coleira presa ao cachorro e à cintura do dono.</p>
<p>Se você gosta de correr, mesmo que eventualmente, conheça alguns bons motivos para levar seu cão com você:</p>
<p>1. Ter um cão ao seu lado pode <strong>deixar a corrida mais prazerosa</strong> e menos maçante.</p>
<p>2. É uma ótima maneira de <strong>combater a obesidade</strong> (para ambos);</p>
<p>3. <strong>Seu cão não se importa</strong> com o que você está vestindo. Ele quer apenas sair com você.</p>
<p>4. É um bom método <strong>para dar vazão àquela energia acumulada</strong>, que muitas vezes aparece em forma de agressividade.</p>
<p>5. Para o seu cão nunca estará tarde demais ou cedo demais para se exercitar. <strong>Ele sempre estará pronto </strong>para lhe acompanhar.</p>
<p>6. Assim como as pessoas, <strong>cães se desenvolvem com exercícios</strong>. O exercício físico regular torna os cães mais felizes, mais saudáveis e mais fortes.</p>
<p>7. Vai tirá-lo da <strong>rotina</strong>.</p>
<p>8. Cães não perdem tempo falando. <strong>Eles não querem parar e conversar</strong> no meio da corrida. Eles não se importam quem disse o quê ou a quem. No máximo, eles vão querer saber apenas quem fez xixi aonde.</p>
<p>9. Você <strong>não precisa comprar roupa</strong>, calçado, ou um IPod para o seu cão correr com você.</p>
<p>10. É uma excelente oportunidade de socializar seu cachorro além de proporcionar-lhe <strong>vivência em novos ambientes</strong> e situações e vê-lo em ação nesses lugares.</p>
<p>11. O entusiasmo de um cão ao ar livre <strong>é contagiante</strong>. Quando você vir o seu cão correr em campo aberto com o vento na cara, língua para fora e o olhar de alegria desenfreada, sentirá uma vontade incontrolável de se juntar a ele. E ele vai adorar.</p>
<p>12. Corrida + cão + avistamento de pombos = <strong>TURBO!</strong></p>


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		<title>Otite canina: causas, diagnóstico e tratamento</title>
		<link>http://dogdicas.com.br/o-que-o-dono-nao-ve/otite-canina-causas-diagnostico-e-tratamento</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 22:14:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[O que o dono não vê]]></category>
		<category><![CDATA[orelhas]]></category>
		<category><![CDATA[otorrinolaringologia]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Tivemos a oportunidade de atender o Bob, um simpático canino da raça Cocker Spaniel, que não parava quieto no ambulatório da Universidade Federal do Pará. Ele não parava de coçar as orelhas um só minuto, dava muita pena dele.
Após o exame do animal, diagnosticamos seu problema: otite. Mas o que é otite?
Otite é a inflamação [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p>Tivemos a oportunidade de atender o Bob, um simpático canino da raça Cocker Spaniel, que não parava quieto no ambulatório da Universidade Federal do Pará. Ele não parava de coçar as orelhas um só minuto, dava muita pena dele.</p>
<p>Após o exame do animal, diagnosticamos seu problema: otite. Mas o que é otite?</p>
<p>Otite é a inflamação do conduto auditivo. Nos animais, é um problema muito comum que, quando não diagnosticado ou tratado corretamente, pode levar os animais à surdez e, ainda, a alterações de postura e comportamento, como andar em círculos. Outros sinais clínicos incluem o odor fétido, dor e a presença de secreção.</p>
<p>Existem diversas causas de otite. Dentre elas, destacam-se: produção excessiva de células de descamação, associada à presença de bactérias, fungos e ectoparasitos, tais como Demodex canis e Otodectes cynotis.</p>
<p>Alguns casos de otite são complicados de serem solucionados. Isso pode ser devido a fatores predisponentes, como a presença de pólipos e neoplasias (tumor) no conduto auditivo. Não podemos deixar de mencionar que algumas desordens sistêmicas também podem desencadear otites recidivantes, como o hipotireoidismo e as alergias. Devemos também chamar a atenção para as raças que têm orelha pendular, como o nosso amigo Bob, que são predispostas à otite, pois propiciam ambiente ideal para o desenvolvimento de bactérias, fungos e sarnas.</p>
<p>O diagnóstico é feito primeiramente pelo proprietário, que observa a alteração de comportamento do animal, principalmente pelo fato do intenso prurido (coceira) que o animal demonstra. Alguns animais podem deixar de se alimentar e até mesmo ficar agressivos quando o proprietário encosta nas orelhas, em virtude da dor.</p>
<p>Já no consultório veterinário, o animal deve ser examinado com auxílio de um otoscópio (aparelho utilizado para enxergar o interior do conduto auditivo), onde é possível identificar a presença de alguns ácaros (O. cynotis) e avaliar a integridade da membrana timpânica. Esse procedimento é essencial, antes de se prescrever qualquer medicamento ao animal.</p>
<p>Não tente adivinhar qual é o agente etiológico, o causador, da otite. Antigamente era comum escutar que a cera de coloração escura, oriunda de conduto auditivo, estava relacionada à otite fúngica, e a cera de cor marrom, relacionada à otite bacteriana, mas isso não corresponde à realidade encontrada.</p>
<p>O uso de medicamentos inadequados, prescritos sem diagnóstico definitivo, é uma das causas mais comuns de tratamentos falhos, sendo assim, o exame citológico é primordial para o tratamento da doença. Podemos, ainda, solicitar o exame de cultura e antibiograma, para maior segurança e eficácia do tratamento, porém, somente após a realização do exame citológico que indique a presença de bactérias.</p>
<p>Por mais que você já tenha visto diversas vezes, não é para introduzir nada no conduto auditivo de seu animal, isso inclui cotonetes e pinças com algodão! Ao longo dos anos, já tive a oportunidade de notar o lado pesquisador de alguns proprietários; vocês não imaginam como são curiosos! Certa vez, um proprietário pingou água sanitária, outro, azeite quente, e o mais impressionante, um produto comercial utilizado na desinfecção de ambientes.</p>
<p>Encontramos, em algumas lojas (Pet Shops), produtos utilizados para auxiliar a retirada dos pêlos auriculares. Isso é terminantemente proibido em cães, principalmente nos animais com otite. Você faria o mesmo procedimento em você?</p>
<p>A utilização de agentes terapêuticos se faz necessária, seja por via tópica (pingando o produto diretamente no conduto auditivo), ou por via sistêmica (administrando por via oral ou pela via subcutânea ou intramuscular). Nos casos mais graves, a técnica de lavagem otológica que tem por finalidade a diminuição dos agentes no conduto auditivo se faz necessária. Nos casos crônicos, infelizmente a única opção do tratamento é a realização de uma cirurgia (ablação de conduto auditivo), pois muitas vezes encontramos estenose (diminuição) do conduto auditivo.</p>
<p>O proprietário é um dos responsáveis em causar o problema e é o primeiro a evitar. Durante o banho dos animais, devemos sempre colocar algodões nos condutos auditivos, para evitar a entrada de água, evitando um ambiente ideal para proliferação de bactérias e fungos. Por mais que você não deixe cair água ou não molhe a cabeça do animal, o risco de entrar uma pequena quantidade ainda é grande.</p>
<p>Ao qualquer sinal de otite, procure imediatamente o seu Médico Veterinário!</p>
<p>Grande abraço e até mês que vem!</p>


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